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🔥 Esquenta dos Mercados
Os investidores começam esta quarta-feira (23) com um pé atrás. A cautela vem em meio a incertezas sobre o conflito no Oriente Médio.
Ontem, o presidente dos EUA, Donald Trump, voltou a ameaçar o Irã. O republicano afirmou que teria uma "grande decisão a tomar": fechar um acordo com Teerã ou "aniquilar a República Islâmica, e fazê-lo rapidamente".
Na sequência, porém, disse a repórteres que os líderes dos dois governos tiveram "uma reunião muito boa". "Acredito que faremos um acordo logo depois da eleição, porque não faz sentido [para os iranianos] não fazer", afirmou Trump em discurso na Assembleia Geral da ONU.
O presidente também acrescentou que um entendimento sobre o conflito levaria os preços do petróleo para abaixo dos níveis anteriores à guerra. Por enquanto, no entanto, a commodity já voltou a subir.
Sem saber exatamente em que pé estão as negociações entre Washington e Teerã, as bolsas asiáticas fecharam o pregão de hoje sem direção única.
Já os mercados europeus até amanheceram sem direção única, mas retornaram ao campo negativo. Por lá, os investidores digerem dados preliminares de atividade, que mostraram desempenho melhor na zona do euro do que no Reino Unido.
O Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês) composto da zona do euro avançou em setembro, sinalizando expansão mais forte da atividade no bloco. No Reino Unido, por outro lado, o indicador recuou mais do que o previsto.
O clima de cautela chegou até Wall Street, com os índices futuros de Nova York indicando um dia de perdas na região.
Por aqui, o destaque do dia fica por conta da pesquisa eleitoral AtlasIntel e da palestra do diretor do Banco Central, Nilton David, em conferência do Banco J. Safra.
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