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Morning Call | Mercados repercutem hoje decisões sobre juros; acompanhe
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18 de junho de 2026 Morning Call | Mercados repercutem hoje decisões sobre juros; acompanhe |
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IbovespaO Ibovespa encerrou o pregão de quarta-feira em queda de 0,7%, aos 168.454 pontos, repercutindo a decisão de juros do Federal Reserve, que manteve as taxas inalteradas. Além disso, os investidores permaneceram à espera da decisão de política monetária do Copom, que reduziu os juros em 0,25 p.p. para 14,25%.Cosan (CSAN3, +6,1%) liderou os ganhos do índice após o Grupo Radar anunciar a venda de parte de seu portfólio de terras agrícolas, movimento visto pelo mercado como positivo para a estratégia de desalavancagem da companhia. Na ponta negativa, CSN (CSNA3, -6,5%) e Usiminas (USIM5, -5,6%) foram impactadas pela queda do minério de ferro.
Renda FixaOs juros futuros encerraram a sessão de ontem em forte alta ao longo de toda a curva, refletindo a reprecificação global após postura mais hawkish do Fed e aumento das incertezas geopolíticas. Nos EUA, os rendimentos das Treasuries avançaram, com a T-note de 2 anos a 4,21% (+16bps), a de 10 anos a 4,50% (+6bps) e o T-bond de 30 anos a 4,93% (-1bps). No Brasil, acompanhando o movimento externo, a curva avançou, com o DI jan/27 a 14,32% (+6bps), o DI jan/28 a 14,64% (+21bps), o DI jan/29 a 14,69% (+28bps) e o DI jan/31 a 14,57% (+27bps). A curva NTN-B acompanhou o avanço, com a B29 em 8,48% (vs. 8,32%), a B35 em 8,04% (vs. 7,84%) e a B50 em 7,45% (vs. 7,43%). Nesta quinta-feira, os futuros nos EUA operam em alta (S&P 500: +0,9%; Nasdaq 100: +1,6%), recuperando parte das perdas da sessão anterior após a decisão do Federal Reserve. Na Europa, as bolsas operam sem direção única (Stoxx 600: -0,5%), enquanto investidores acompanham as decisões de política monetária do Banco da Inglaterra e do Banco Nacional Suíço. Na China, os mercados fecharam mistos (CSI 300: +0,2%; HSI: -1,6%), enquanto no restante da Ásia o desempenho foi majoritariamente positivo, com destaque para o Kospi (Coreia do Sul), que avançou 2,3% e superou os 9.000 pontos pela primeira vez, e para o Nikkei (Japão), que subiu 1,7% e renovou máximas históricas. IFIX O IFIX encerrou o pregão de ontem em queda de 0,34%, aos 3.811,18 pontos, recuando 13,03 pontos frente ao fechamento anterior de 3.824,21 pontos. O índice, contudo, segue sustentado acima dos 3.800 pontos, com a máxima de 52 semanas em 3.944,38 pontos e mínima no período em 3.402,09 pontos. Os Fundos de Tijolo, maior segmento do índice com 38,9% de participação, cederam 0,40% no dia, pressionados por Lajes Corporativas (-0,51%) e Ativos Logísticos (-0,39%). Os Fundos de Recebíveis recuaram 0,28%, enquanto Multiestratégia aprofundou as perdas com queda de 0,66%. Os Fundos de Fundos registraram o recuo mais expressivo entre os grandes segmentos, com baixa de 1,31%. Os Fundos Híbridos sustentaram desempenho mais moderado, cedendo apenas 0,15%. Entre os destaques positivos do pregão, sobressaíram MFII11 (+3,3%), HTMX11 (+2,6%) e URPR11 (+1,8%). No campo negativo, as maiores quedas foram registradas por CACR11 (-3,6%), BCRI11 (-3,5%) e TGAR11 (-2,2%). Economia Estados Unidos e Irã assinaram o Memorando de Entendimento que encerra os combates e estabelece a reabertura do Estreito de Ormuz, o que derrubou o petróleo para cerca de US$ 80 por barril. Ademais, o Fed (banco central dos Estados Unidos) manteve os juros no intervalo entre 3,50% e 3,75% em sua primeira reunião sob o comando de Kevin Warsh, que substituiu Jerome Powell na presidência da autoridade monetária. O comitê retirou a sinalização de corte de juros como próximo passo provável e adotou tom mais duro, com revisões para cima na inflação e nos juros de 2026. No Brasil, o Copom cortou a Selic em 0,25 p.p. para 14,25%. Nosso cenário-base antecipa um ajuste final em agosto de 0,25 p.p., o que deixaria a taxa Selic em 14,00% até (pelo menos) o 1T27. Mas, considerando a deterioração recente do cenário de inflação, uma pausa nos atuais 14,25% também parece bastante provável. Nos indicadores, o IBC-Br de abril avançou 0,5% em relação a março, com crescimento disseminado entre setores, e reforçou a resiliência da atividade no 2T26. Por fim, o secretário-executivo da Fazenda indicou que o governo pode encerrar as medidas de subvenção aos combustíveis caso o petróleo se estabilize próximo de US$ 80 por barril. Na agenda de hoje, destaque para a decisão do Banco da Inglaterra (manutenção esperada em 3,75%), os pedidos de seguro-desemprego e o índice do Fed da Filadélfia nos Estados Unidos, e a inflação de maio no Japão. No Brasil, não há indicadores relevantes previstos. O Morning Call XP também está no YouTube, com participação dos nossos especialistas, ao vivo. Clique aqui e assista à transmissão de hoje! ECONOMIA 1. Copom reduz a taxa Selic para 14,25%; Fed mantém os juros entre 3,50% e 3,75% EMPRESAS 1. Movida (MOVI3): Crescimento Guiado por Eficiência Segue como Principal Foco 2. Aura Minerals (AURA33): Risco aceito, jogo valendo
ESTRATÉGIA 1. Analisando a saúde financeira das companhias brasileiras ALOCAÇÃO E FUNDOS 1. Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
1. Petrobras conclui venda do 1º lote de combustível de aviação sustentável (SAF) de soja certificado pelo Corsia | Café com ESG, 18/06
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