O UBS elevou o preço-alvo da Petrobras (NYSE:PBR), com revisão para US$ 22,00 nos ADRs negociadas em Nova York, contra US$ 14,60 anteriormente, e para R$ 60,00 nas ações listadas no Brasil, ante R$ 40,00, mantendo recomendação de compra.
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🌎 Quando o mundo entra em conflito, os mercados entram em movimento
Gustavo Sung Economista-chefe
Ao longo da história, episódios de tensão geopolítica têm exercido influência relevante sobre os mercados financeiros globais. Eventos como o ataque de 11 de setembro, a guerra entre Rússia e Ucrânia e, mais recentemente, a escalada das tensões no Oriente Médio ilustram como fatores exógenos à economia podem provocar movimentos abruptos nos preços dos ativos, alterando expectativas e decisões de investimento.
O principal canal de transmissão desses choques é o aumento da incerteza. Em um ambiente mais incerto, empresas adiam investimentos, consumidores postergam decisões de consumo e investidores reduzem exposição a ativos de maior risco. Esse movimento se traduz em maior volatilidade nos mercados e, muitas vezes, em revisões negativas para o crescimento econômico.
A literatura econômica buscou, inclusive, mensurar esse fenômeno. O Índice de Risco Geopolítico (GPR), desenvolvido por economistas do Federal Reserve, mostra que elevações nas tensões internacionais estão associadas a menor crescimento e pior desempenho dos mercados acionários.
Do ponto de vista dos ativos, há padrões relativamente recorrentes. O primeiro deles é a reação das commodities, especialmente o petróleo. Por envolver cadeias globais sensíveis a conflitos, sobretudo em regiões estratégicas, seus preços tendem a responder quase imediatamente ao aumento da incerteza, ainda que parte desse movimento se dissipe ao longo das semanas.
Além disso, observa-se o fortalecimento do dólar em momentos de maior aversão ao risco, refletindo a busca por ativos seguros, o chamado flight to quality. As taxas de juros de longo prazo, por sua vez, podem oscilar entre queda, pela demanda por proteção, e alta, quando o choque implica pressões inflacionárias, como no caso de elevação dos preços de energia.
Nos mercados acionários, a reação tende a ser mais intensa em economias emergentes. Enquanto o S&P 500 costuma apresentar maior resiliência, refletindo a robustez do mercado americano, países como o Brasil enfrentam maior volatilidade e saída de capitais, dada sua maior sensibilidade ao ambiente externo.
Outro canal importante é o da logística global. Embora menos imediatos que o petróleo, os custos de transporte e frete tendem a permanecer elevados por mais tempo, refletindo ajustes nas rotas comerciais e nas cadeias de suprimento, o que contribui para pressões inflacionárias adicionais.
Nesse contexto, os desdobramentos para a política monetária ganham relevância. Um novo choque de energia pode dificultar o processo de desinflação global, levando bancos centrais a adotarem uma postura mais cautelosa, com ciclos de cortes de juros mais lentos ou limitados.
Apesar dos impactos negativos no curto prazo, a evidência histórica indica que os mercados tendem a se ajustar ao longo do tempo. Após uma reação inicial mais intensa, os ativos frequentemente se recuperam à medida que as incertezas se dissipam e os efeitos econômicos se tornam mais claros. O comportamento do Ibovespa ao longo das últimas décadas ilustra bem esse padrão: mesmo diante de sucessivos choques, crises globais, eventos políticos e episódios geopolíticos, observa-se uma trajetória de valorização no longo prazo.
Essa dinâmica reforça um ponto central: momentos de maior turbulência tendem a amplificar ruídos e emoções, elevando o risco de decisões precipitadas. Assim, mais do que antecipar eventos específicos, o desafio do investidor está em distinguir entre choques temporários e mudanças estruturais.
Nesse contexto, a capacidade de filtrar o ruído de curto prazo, evitar decisões guiadas pela ansiedade e manter clareza sobre o próprio perfil de risco e objetivos de longo prazo é o que sustenta um processo de investimento mais consistente e racional, mesmo em ambientes de elevada incerteza.
E é justamente essa clareza que a Suno se propõe a entregar, todos os dias, há 9 anos.
Enquanto o noticiário amplifica o medo, o nosso time de analistas filtra o ruído, analisa os fundamentos e te mostra onde estão as boas oportunidades.
Fizemos isso em 2020, quando o mundo parou. Em 2022, quando apostamos contra o consenso nas estatais. E agora, em 2026, com 5 das nossas 6 carteiras na máxima histórica.
Em comemoração aos nossos 9 anos, reabrimos por tempo limitado as condições especiais de aniversário: 3 anos de assinatura pelo preço de 2.
O IPCA-15 subiu 0,44% em março, desacelerando em relação ao mês anterior e voltando ao radar dos investidores nesta quinta-feira. No exterior, as bolsas da Ásia e da Europa recuam diante das incertezas sobre um possível cessar-fogo na guerra no Oriente Médio. No radar corporativo, destaque para Petrobras (PETR3; PETR4), Americanas (AMER3) e Vamos (VAMO3).
DESTAQUES
Inflação desacelera e relatório do BC entra no radar
A agenda macroeconômica brasileira concentra as atenções dos investidores nesta quinta-feira. O Banco Central divulgou às 8h o Relatório de Política Monetária, documento que traz novas projeções para a economia do país. Em seguida, o presidente da autoridade monetária, Gabriel Galípolo, e o diretor de Política Econômica, Paulo Picchetti, concedem entrevista para comentar o cenário.
Entre os indicadores, o destaque ficou para a inflação. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) subiu 0,44% em março, desacelerando frente à alta de 0,84% registrada em fevereiro.
No exterior, o sentimento é de cautela. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o Irã estaria interessado em negociar o fim do conflito, enquanto o ministro das Relações Exteriores iraniano disse que o país analisa uma proposta americana, mas não pretende manter conversas diretas neste momento.
SUNO CALL #2021 | FIIKIPEDIA
Como seguir uma carteira recomendada (na prática)
Seguir uma carteira recomendada parece, à primeira vista, um exercício trivial: o analista indica os ativos, você compra. Na teoria, o processo se resume a replicar uma lista. Na prática, porém, a execução levanta uma série de questões que vão desde a capacidade financeira de cada investidor até a gestão emocional diante das oscilações de mercado. São dúvidas legítimas que recebemos com frequência nos canais da Suno e que merecem um tratamento mais aprofundado.
O primeiro ponto a internalizar é que a carteira recomendada funciona como uma bússola, não como uma lei. Nós não "mandamos" comprar ou vender — nós "recomendamos". A recomendação oferece direção e embasamento analítico; a decisão final permanece sempre nas mãos do investidor. Dito isso, vamos às questões práticas que mais geram dúvidas.
E se o seu aporte mensal não for suficiente para comprar todos os ativos da carteira?
A Petrobras (PETR3; PETR4) anunciou uma nova descoberta de petróleo no pré-sal da Bacia de Campos. Segundo a companhia, o óleo foi identificado em um poço exploratório no campo de Marlim Sul, área operada integralmente pela estatal.
A Americanas (AMER3) informou ter protocolado pedido de encerramento de seu processo de recuperação judicial junto à 4ª Vara Empresarial da Comarca da Capital do Estado do Rio de Janeiro.
A Vamos (VAMO3) registrou lucro líquido de R$ 77,7 milhões no quarto trimestre de 2025, queda de 52,6% em relação ao mesmo período do ano anterior. No acumulado do ano, o lucro totalizou R$ 328,7 milhões, recuo de 54,7%.
👀 DE OLHO NOS MERCADOS
Ibovespa avança e dólar recua na sessão anterior
O Ibovespa encerrou a sessão desta quarta-feira em forte alta, avançando 1,60% e fechando aos 185.424,28 pontos. O ganho foi de 2.915,14 pontos e marcou a terceira valorização consecutiva do principal índice da bolsa brasileira.
No mercado de câmbio, o real se valorizou frente à moeda americana. O dólar comercial recuou 0,65%, encerrando o dia cotado a R$ 5,220, após tocar mínima de R$ 5,205 durante o pregão.
Mercados na Europa e na Ásia
As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em queda nesta quinta-feira, refletindo a cautela dos investidores diante da falta de avanços nas negociações para encerrar o conflito no Oriente Médio.
Shanghai SE (China): -1,09%
Nikkei (Japão): -0,27%
Hang Seng Index (Hong Kong): -1,89%
Nifty 50 (Índia): +1,72%
ASX 200 (Austrália): -0,10%
Na Europa, os principais índices também operam em baixa, com investidores avaliando os desdobramentos geopolíticos e seus possíveis impactos sobre a economia global.
STOXX 600: -1,04%
DAX (Alemanha): -1,33%
FTSE 100 (Reino Unido): -1,03%
CAC 40 (França): -0,84%
FTSE MIB (Itália): -0,96%
📰 GIRO DE NOTÍCIAS
Resultados da Boa Safra: Após a divulgação dos resultados do quarto trimestre de 2025, as ações da Boa Safra (SOJA3) despencaram na tarde de ontem. Entenda.
Investir em Fiagros: Depois de uma forte recuperação em 2025, os Fiagros chegaram a 2026 negociando próximos ao valor patrimonial. Veja análise da XP.
Ações SANB11: A XP Investimentos reiterou a recomendação de compra para as ações do Santander Brasil (SANB11), após uma reunião entre analistas da casa e a administração do banco. Veja mais.
FRASE DO DIA
"Às vezes, é preciso mesmo olhar pra trás se queremos ir em frente"
João Anzanello Carrascoza
escritor e redator publicitário
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