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1 de outubro de 2026 Morning Call | Bolsas hoje: dados econômicos globais e cenário político brasileiro no radar Ouça o áudio do Morning Call XP no Spotify |
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IbovespaO Ibovespa encerrou o pregão de quarta-feira (30) em alta de 1,37%, aos 186.340 pontos, no segundo avanço consecutivo, reagindo ao PCE dos Estados Unidos (EUA) abaixo do esperado, enquanto os investidores seguem acompanhando o cenário político à medida que o primeiro turno das eleições se aproxima.
Na ponta positiva, Magazine Luiza (MGLU3, +12,5%) liderou as altas do índice, beneficiada pelo alívio na curva de juros futuros.
Na ponta negativa, Embraer (EMBJ3, -3,1%) e Weg (WEGE3, -1,7%) foram as maiores pressões sobre o índice, com os exportadores descolando do movimento de alta em dia de queda do dólar.
Renda FixaOs juros futuros encerraram a quarta-feira com leve alta. Nos EUA, os Treasuries avançaram após indicadores reforçarem a resiliência da atividade econômica, com destaque para a revisão altista do PIB do segundo trimestre e dados de emprego acima do esperado. A T-note de dois anos encerrou a 4,88% (-1 bp), a T-note de 10 anos a 5,29% (+4 bps) e o T-bond de 30 anos a 5,64% (+6 bps), renovando sua máxima desde 2002. No Brasil, a curva de juros acompanhou a abertura das taxas americanas. Assim, o DI jan/27 encerrou a 13,56% (+1 bp), o DI jan/29 a 13,79% (+3 bps) e o DI jan/31 a 13,96% (+2 bps). A NTN-B encerrou com a B29 a 7,44% (vs. 7,47%), a B35 a 7,57% (vs. 7,58%) e a B50 a 7,17% (vs. 7,22%). Mercados globaisNesta quinta-feira (1), os futuros nos EUA operam com viés misto (S&P 500: +0,2%; Nasdaq 100: +0,6%), com a tecnologia sustentada pelo resultado e pelo guidance acima do esperado da Micron, enquanto o avanço dos yields dos Treasuries limita ganhos mais amplos. Na Europa, o Stoxx 600 recua cerca de 1,2%, pressionado principalmente pelo setor bancário, em meio à aversão ao risco com os yields globais em máximas de vários anos. Na Ásia, os mercados fecharam majoritariamente em alta, impulsionados pelos semicondutores: o Nikkei 225 (Japão) subiu 2,1%, o Kospi (Coreia) avançou quase 2%. O mercado acompanha a Micron, que projetou receita de US$ 61,5 bilhões para o primeiro trimestre fiscal e elevou para US$ 32 bilhões os compromissos de clientes em contratos de longo prazo, reforçando a demanda por memória para inteligência artificial. Ao mesmo tempo, o yield do Treasury de 10 anos opera em 5,3%, no maior nível em anos, mesmo após o PCE de agosto ter subido menos que o esperado, refletindo a expectativa de juros elevados por mais tempo diante da pressão dos custos de energia sobre a inflação. O petróleo sobe, com o Brent pouco acima de US$ 100/barril, em meio às negociações nucleares entre EUA e Irã. Os investidores também direcionam o foco para o balanço da Nike, além do ISM industrial de setembro e do relatório de emprego de amanhã. IFIXO Índice de Fundos de Investimento Imobiliário (IFIX) encerrou o pregão desta quarta-feira em alta de 0,39%, aos 3.755,22 pontos. O movimento acompanhou o bom desempenho dos ativos domésticos, em meio às atenções voltadas ao primeiro turno da eleição presidencial. Além disso, o último pregão do mês apresenta, historicamente, desempenho positivo, por se tratar da principal data-base para a distribuição de proventos no mercado de FIIs. Os ganhos foram disseminados entre os principais segmentos do mercado. O segmento de multiestratégia/FOFs liderou as altas do dia, com valorização de 0,50%, seguido pelos fundos de shoppings (+0,50%), fundos de recebíveis (+0,46%) e lajes corporativas (+0,55%). Os fundos de tijolo avançaram 0,39% no agregado, impulsionados ainda pelos ativos logísticos (+0,20%). Já os fundos híbridos encerraram a sessão com alta de 0,19%. Entre os destaques positivos do pregão, sobressaíram ITRI11 (+4,0%), GZIT11 (+2,4%) e HCTR11 (+2,0%). No campo negativo, as maiores quedas foram registradas por CACR11 (-2,4%), MFII11 (-1,8%) e PSEC11 (-0,6%). EconomiaAs tensões no Oriente Médio voltaram a pressionar o mercado de energia, após novos ataques no Estreito de Ormuz. Apesar de as exportações da região terem retornado aos níveis anteriores à guerra por meio de rotas alternativas, o petróleo tipo Brent avançou 1,94%, para US$ 98,03 por barril. Na Europa, a aceleração da inflação, puxada sobretudo pelo choque de energia, aumentou a pressão sobre o BCE para novos aumentos de juros. Nos Estados Unidos, os dados trouxeram sinais mistos para o Fed: o PCE de agosto avançou menos que o esperado, reduzindo a urgência por uma nova alta de juros. Por outro lado, o PIB do 2T26 foi revisado significativamente para cima, de 1,5% para 2,2% anualizado, reforçando a resiliência da demanda doméstica. No Brasil, o resultado primário do setor público surpreendeu positivamente em agosto, mas a dívida bruta voltou a subir, atingindo 82,9% do PIB, maior nível desde março de 2021. Na agenda internacional, teremos os pedidos iniciais de seguro-desemprego e o ISM nos Estados Unidos, além dos preços ao consumidor e da taxa de desemprego no Japão e da taxa de desemprego da Zona do Euro. No Brasil, não há indicadores econômicos relevantes a serem divulgados. O Morning Call XP também está no YouTube, com participação dos nossos especialistas, ao vivo. Clique aqui e assista à transmissão de hoje! ECONOMIA 1. Inflação americana surpreende para baixo, enquanto atividade segue resiliente EMPRESAS 1. PRIO (PRIO3) e Brava Energia (BRAV3) | Prévia de produção – Setembro/26 2. TMT: guia de ações 3. Brasil Telecom: Data Expert | Monitor de preços
1. De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa ALOCAÇÃO E FUNDOS 1. Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias 3. ETF Brief: estruturas irlandesas e novas listagens globais ampliam acesso offshore enquanto rali do bitcoin testa a demanda por ETFs diante de riscos macro ESG 1. Produção atual de biometano no Brasil representa somente 2,8% do potencial do país, diz Abiogás | Café com ESG, 01/10
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