Mais: os zillennials, parar de fumar e como superar um trauma
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Foto: ingoodtime/Adobe Stock
Thaís Manarini
thais.manarini@estadao.com
Olá, como vai?
Você é do time que pula da cama e faz tudo correndo para sair rápido de casa ou está na turma que prefere se levantar com calma, tomar um banho tranquilo e preparar o café da manhã? Pois saiba que uma rotina matinal com menos pressa tem ganhado espaço nas redes sociais como estratégia para garantir maior bem-estar durante o dia – é o chamado slow morning.
Embora não exista evidência científica sobre essa estratégia específica, alguns dos hábitos associados a ela, como respeitar o tempo de sono, buscar luz natural pela manhã, movimentar o corpo e reservar momentos para práticas de atenção plena, têm benefícios conhecidos. A repórter Fernanda Bassette conversou com especialistas para entender melhor as vantagens dessa tendência e como colocá-la em prática.
Abaixo, veja mais destaques!
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Nem millennials, nem geração Z: entenda quem são os zillennials
Nos últimos anos, mencionar a geração em que alguém se encaixa passou a ser uma forma de entender comportamentos, hábitos e expectativas de vida. Entre as classificações mais conhecidas estão os millennials, nascidos, em geral, entre 1981 e 1996, e a geração Z, que reúne, em uma das definições mais adotadas, quem nasceu entre 1997 e 2012. Mas o que acontece com quem está justamente entre essas duas faixas? Afinal, há pessoas que cresceram em uma época de transição. Para esse grupo surgiu o termo zillennial , junção de millennial e Gen Z. A repórter Dalila Santana explica o que tende a definir essa turma.
TABAGISMO
Foto: Pedro Kirilos/Estadão
Vape, recaída e tratamento gratuito: o retrato do combate ao cigarro no Brasil
Durante oito anos, o gerente de contas Raphael Fernando Souza Lima dos Santos (foto), de 36 anos, fumou quase um maço de cigarros por dia. Até que o cansaço constante e o incômodo com o cheiro de fumaça impregnado na rotina começaram a pesar. Foi então que ele decidiu procurar a ouvidoria do Sistema Único de Saúde (SUS) em busca de orientação. A história dele acompanha uma tendência positiva: cada vez mais brasileiros estão recorrendo ao SUS para tentar abandonar o cigarro . Mas, se acender um cigarro pode ser um gesto automático para quem fuma, abandoná-lo está longe de ser tão simples. E buscar ajuda é apenas o primeiro passo, como descreve a repórter Luiza Souto.
SAÚDE MENTAL
Foto: Tiago Queiroz/Estadão
O que especialistas ensinam sobre reconstruir a vida após um trauma
Em 11 de setembro de 2001, Tácito Cury (foto), que trabalhava no 57º andar do World Trade Center, percebeu que a confusão no prédio não se tratava da gravação de um filme, mas de um atentado. Ele desceu pelas escadas em meio à multidão de feridos. Já na rua, enquanto se despedia do pai pelo celular, viu um Boeing 767 atingir a segunda torre e sentiu o chão estremecer. Nenhum trauma é igual ao outro. O de Cury, por exemplo, é do tipo agudo. Resulta de um evento estressor de curta duração. Em reportagem especial, o jornalista André Bernardo explora os outros tipos de traumas que existem – e esclarece, com a ajuda de especialistas, por que algumas pessoas lidam melhor com essas situações do que outras.