Olá, Adriano!
Sua empresa provavelmente já mapeou a jornada do cliente até o último detalhe. A jornada de quem trabalha lá dentro, não.
Um relatório da Microsoft WorkLab mostra que o profissional é interrompido a cada dois minutos durante o expediente — cerca de 275 vezes por dia, somando reuniões, e-mails e mensagens. A comunicação consome 60% do tempo de trabalho e sobram 40% para o que é analítico e criativo. Do lado da experiência, o Steelcase Global Report aponta que apenas 13% dos trabalhadores no mundo estão ao mesmo tempo altamente satisfeitos e engajados com o próprio trabalho.
No e-book "Do customer experience ao executive experience: como transformar o espaço físico em vantagem competitiva", coproduzido por MIT Sloan Management Review Brasil e MakeOne, partimos de uma virada: o ambiente físico deixou de ser infraestrutura e passou a ser variável estratégica, tão relevante para a experiência do executivo quanto o CX é para a do cliente.
O material se desdobra em quatro capítulos:
O custo invisível da fricção — por que 43% dos profissionais remotos não se sentem incluídos nas reuniões, e o que isso tem a ver com acústica e não com engajamento
Do CX ao executive experience — os três pilares do customer experience aplicados ao desenho de salas, auditórios e espaços de cocriação
Sob medida — o que a pesquisa sobre design thinking híbrido ensina sobre parar de padronizar espaço, com base em 41 entrevistas com especialistas
O ambiente como ativo estratégico — quatro critérios para colocar na mesa antes de aprovar o próximo orçamento de tecnologia de ambiente
Acesse agora o e-book.
Boa leitura!