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| Quais as oportunidades e riscos desta semana? |
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| A princípio, era para essa última semana ter sido totalmente focada no início da temporada de balanços do 2º trimestre entre as empresas americanas. Mas não foi bem assim. |
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| Todos os grandes bancos dos EUA superaram os consensos do mercado, muitos deles tiveram reações positivas nos preços com o entusiasmo dos investidores. Entre as techs, a cautela predominou, a preocupação ainda maior em relação aos enormes Capex na corrida da IA, como no caso da TSMC, e com guidances decepcionantes, como no caso da Netflix. |
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| Porém outro ativo voltou aos holofotes para disputar o protagonismo da semana, o que o mercado achava que estava acomodado: o petróleo. O presidente americano Donald Trump anunciou o fim do cessar-fogo na cúpula da OTAN na Turquia e os EUA retomaram ataques quase diários a instalações militares iranianas após acusações de violação da trégua de ambos os lados. |
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| Isso deixou claro que o mercado tinha se acalmado cedo demais com base em um memorando muito frágil, e o prêmio geopolítico voltou com tudo para o preço do Brent, que retomou os US$ 85/barril. |
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| Como essa nova dinâmica de tensão e incerteza podem afetar o impacto dos balanços americanos sobre os preços das ações? E como você pode se posicionar para proteger patrimônio ou até lucrar com os movimentos de preço? |
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| Quais trades eu devo considerar? |
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| O ataque no Estreito de Ormuz e ameaças entre EUA-Irã impulsionaram o petróleo, beneficiando empresas de energia. Porém, o maior driver das ações americanas foi a temporada de resultados: empresas que superaram expectativas tiveram altas expressivas, enquanto as que decepcionaram ficaram para trás. |
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Energia é o setor mais sensível ao Irã, mas quem entrega resultado consistente é premiado — o investidor está olhando guidance e fluxo de caixa, não só manchete de guerra. O setor de defesa ficou no radar, mas resultados e guidance separaram vencedores de perdedores. O investidor busca crescimento de lucros e contratos, não apenas exposição a conflitos.
- Energia: Guidance e fluxo de caixa são o verdadeiro “escudo” contra volatilidade geopolítica.
- Defesa: Só contratos novos e guidance robusto destravam valor — tensão sozinha não basta.
- Mercado geral: O investidor está mais atento a fundamentos do que a manchetes de guerra.
- ProTip: Cuidado com ações muito próximas da máxima histórica — parte do prêmio já está no preço.
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| Devo considerar esta operação? |
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| A TSMC está dividida entre o otimismo com o lucro recorde no 2º tri e a apreensão com o capex faraônico e valuation esticado. |
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| A maior fornecedora de semicondutores do mundo registrou lucro líquido histórico de US$21,99 bilhões e receita de US$40,2 bilhões, superando com folga os consensos dos analistas. Além disso, a margem bruta de 67,7% veio acima do topo do guidance, e as projeções de crescimento de receita anual subiu para “acima de 40%” em dólar. |
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| Apesar dos números fortes, o Capex revisado para cima, agora previsto entre US$60 bilhões e US$64 bilhões em 2026, indica não só um forte investimento da empresa, mas também maior pressão sobre o fluxo de caixa e retorno futuro. |
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| De um lado, a TSMC é líder absoluta em tecnologia de ponta, com margens e guidance robustos, retorno sobre patrimônio (ROE) em 35,4% e a confiança dos analistas (18 recomendações de compra, 1 de manutenção, nenhuma de venda). |
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| Do outro, valuation e capex seguem elevados, e os riscos geopolíticos e exposição à China também são pontos de atenção e devem estar no radar do investidor. |
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| Dados datados de 17.7.2026 |
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