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Bom dia! É provável que a sua fase já tenha passado, mas, milhões de pessoas passarão algumas horas dentro de uma sala neste domingo, com seus celulares lacrados, escrevendo com caneta e papel — algo raro para um domingo comum de jovens e adolescentes. Ao todo, são 5.051.345 inscritos confirmados.
Para a edição de hoje, a história do negócio que construiu uma nova categoria no esporte, que é até cogitada para virar modalidade olímpica. Além disso, o caso do CEO de BIG TECH que tinha uma espiã chinesa como amante, e as nossas dicas para o seu domingo. Pegue seu café, e boa leitura!
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BIG STORY
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A “corrida de academia” que virou um negócio global de US$ 700MM
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(Imagem: The Hyrox Competition)
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A época era 2014-2015. O alemão Moritz Fürste, bicampeão olímpico de hóquei sobre a grama, se preparava para o que seriam seus últimos Jogos Olímpicos, em 2016, no Rio de Janeiro — onde eventualmente conquistou sua terceira medalha olímpica, só que agora de bronze.
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No entanto, as Olimpíadas no Brasil também encerraram sua carreira atlética internacional… e, ao que tudo indica, isso já estava previsto e ele já pensava nos pós-aposentadoria.
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Só que, em vez de buscar algo mais “tranquilo”, Fürste queria encontrar algo que não eliminasse a intensidade e o propósito das competições que ele viveu durante anos com o hóquei sobre a grama.
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Na mesma época, ele participava da campanha para levar os Jogos Olímpicos de 2024 a Hamburgo, mas a proposta foi rejeitada em um referendo. Contudo, durante o processo, conheceu e se aproximou de Christian Toetzke, empresário experiente na organização de eventos esportivos.
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Moritz Fürste (à esquerda) e Christian Toetzke (Imagem: HYROX Insider)
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Conversa vai, conversa vem, eles perceberam algo que até poderia ser meio óbvio: milhões de pessoas já tratavam o treinamento físico, especialmente em academias, como seu esporte, mas não tinham uma competição que representasse essa rotina.
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Logo, por que não criar uma prova que combinasse corrida e exercícios funcionais, com regras iguais em qualquer cidade do mundo?
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Assim surgiu o HYROX: oito quilômetros de corrida, intercalados por oito estações de exercícios, como empurrar trenós, máquinas de remo e carregar pesos. A padronização permite comparar tempos e resultados entre participantes de diferentes países — e dá a cada atleta uma meta para superar.
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(Imagem: Hyrox | Reprodução)
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Em 2017, veio a largada
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Fürste e Toetzke adicionaram o expert em marketing Michael Trautmann como cofundador e a estreia aconteceu em Hamburgo, com apenas 650 participantes.
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Fürste chegou a ser o mestre de cerimônias e a fazer um pouco de tudo, mas saiu dali convencido de que havia encontrado algo especial: a alegria dos competidores era a prova de que a ideia tinha potencial.
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A aposta, porém, estava longe de ser segura. O trio pegou empréstimos com familiares, amigos e bancos para provar o modelo, evento por evento, enquanto tentavam transformar uma novidade em uma comunidade.
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Em dezembro de 2019, os fundadores celebravam a chegada de um novo sócio, a Infront. Mas, meses depois, a COVID-19 interrompeu o negócio, que dependia de eventos presenciais. A empresa, assim como o resto do planeta, precisou encontrar formas de manter a marca viva.
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(Imagem: Wolverson Fitness)
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Eles investiram em competições digitais, na comunicação com os atletas e, em vez de abrir academias próprias, começaram a licenciar a marca HYROX para academias, que passaram a atuar como "Training Clubs" (clubes de treinamento) oficiais, por cerca de US$ 1.500 ao ano. Essas academias, por sua vez, promovem o treinamento HYROX para seus próprios membros, terceirizando, na prática, a aquisição de clientes para milhares de estabelecimentos que pagam por esse privilégio.
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Em outubro de 2022, a Infront se tornou acionista majoritária e, naquele mesmo ano, uma prova esgotada em Londres marcou a retomada e um novo patamar de crescimento. Sob a gestão da Infront, o HYROX:
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O negócio também ganhou força entre grandes empresas. A Puma é parceira desde a primeira edição e renovou o contrato até 2030. Red Bull e BYD também estão entre as marcas associadas, enquanto Nike e Adidas lançaram tênis específicos para treinos híbridos do HYROX.
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(Imagem: Puma)
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Corta para setembro de 2026: os fundadores retomaram o controle da companhia com apoio de um consórcio liderado pela L Catterton, fundo ligado ao conglomerado de luxo francês LVMH.
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Segundo a Bloomberg, o negócio avaliou a marca em aproximadamente € 600 milhões (quase US$ 700 milhões). A projeção deste ano é US$ 270 milhões em faturamento.
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O próximo passo pode ser ainda maior: o HYROX firmou uma parceria com a World Triathlon para reconhecer o hybrid racing como disciplina esportiva.
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A ambição é chegar aos Jogos Olímpicos e Paralímpicos — o que seria um full circle moment para Fürste, visto que tudo “começou” na campanha para levar os Jogos Olímpicos de 2024 a Hamburgo.
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🇧🇷 E o HYROX no Brasil, como está?
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(Imagem: ILUS Fitness)
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O país virou um dos mercados estratégicos da marca. A operação local começou em fevereiro de 2025, no Rio de Janeiro, e realizou sua primeira prova em São Paulo, em setembro daquele ano.
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Desde então, avançou para outras cidades, como Fortaleza, além de as buscas pela modalidade por aqui crescerem 330% ano a ano.
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A expansão também aparece nas academias: o Brasil já tinha mais de 220 unidades afiliadas no início do ano. Nos agregadores Wellhub e TotalPass, os check-ins em quatro academias dedicadas à modalidade saltaram de 2.371 para 24.292 entre janeiro e setembro, alta de 924,5%.
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A projeção é chegar a 30 mil atletas na temporada 2026/2027. Para academias, marcas e empreendedores, a disputa agora é transformar a febre em um mercado duradouro.
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APRESENTADO POR INSIDER
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Por que os bolsos demoraram tanto para chegar às roupas femininas?
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No século XVII, enquanto os homens já usavam bolsos, as mulheres precisavam carregar pequenos sacos amarrados à cintura e escondidos sob as saias.
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A explicação mais comum é que a moda da época priorizava a silhueta e não sabia unir bolso e caimento. Incompetentes, né? E ainda hoje, tem modelagem que não aprendeu.
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Por isso, a INSIDER lançou a UltraBold: tecido encorpado, elasticidade e caimento estruturado que acompanham o dia inteiro e, em algumas peças, bolsos funcionais. Veja só:
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👖 Calça Wide Leg: do escritório direto pro jantar de sexta, sem precisar se trocar.
👗 Vestido curto: look pronto numa peça só, o uniforme dos dias de “não sei o que vestir”.
🩳 Short-saia: é liberdade pra subir escadas ou caminhar no vento sem se preocupar.
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Veja o restante da coleção aqui e use o cupom THENEWS para pagar menos nas suas favoritas.
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MANCHETES DO DIA
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(Imagem: Chris Unger)
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→ 'Dana, por favor, aceite o cargo!': Trump convida presidente do UFC para ser secretário de imprensa da Casa Branca
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→ Tornados atingem cidades do Rio Grande do Sul e deixam bairros destruídos
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→ Crise no Paraguai: Santiago Peña permanecerá em prisão preventiva
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→ Lado paraguaio da Itaipu tinha saldo equivalente a R$ 1 bilhão no banco Ueno
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→ Ajuste nas contas públicas? Veja o que está na mesa de Lula e o que está fora do radar do presidente
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→ Quarto sábado de protestos junta sindicatos e movimento coletes amarelos na França
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Nos esportes:
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→ Grêmio suporta pressão do Atlético-MG, arranca empate e se garante na final da Copa do Brasil
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→ Novorizontino é o primeiro clube a garantir acesso à Série A
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→ Sob chuva forte, Norris faz a pole position e Rafa Câmara vai largar em 11º na estreia; largada em Interlagos será às 14h
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→ Alcaraz vence Ruud e enfrentará Shelton na final do Masters 1000 de Paris, hoje às 11:00
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APRESENTADO POR ITAÚ CARTÕES
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Quanto custa ter acesso ilimitado à sala VIP?
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Pagando avulso, a entrada nas salas VIP giram em torno de US$ 90 por pessoa, cerca de R$ 460. Em uma viagem a dois, ida e volta, são quase R$ 2 mil só para esperar o voo.
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Mas, com este cartão, o valor é zero: o acesso é ilimitado às salas VIP LATAM, ao voar com a companhia, e às salas Mastercard Black de Guarulhos. E, enquanto você relaxa no lounge, cada compra já vira até 3,5 milhas por dólar rumo à próxima viagem.
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✈️ Quer colocar o seu nome na lista VIP do aeroporto? Conheça o LATAM Pass Itaú Black aqui.
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*Sujeito a análise de crédito
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TRENDING
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Imagine um filme em que o CEO da segunda empresa mais valiosa do planeta — norte-americana — tem como amante uma espiã chinesa. Mais do que só o valor, a companhia é uma das mais estratégicas para a principal tecnologia atual do planeta.
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A trama envolve acesso a informações internas da companhia e das relações com o governo dos Estados Unidos, incluindo de jantares e reuniões do CEO com o presidente do país.
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Bom, essa história não é de filme… Foi isso que a Inteligência dos Estados Unidos descobriu que estava acontecendo com Jensen Huang, CEO da Nvidia. O tweet abaixo faz um bom resumo de todas as suspeitas:
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TO COOK
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Diretamente da For You do estagiário. Isso aqui combina perfeitamente com o seu jantar de domingo. A gente sabe que a regra é pizza, mas essa é a alternativa perfeita para variar um pouco. A receita está nos comentários do post. Veja:
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TO WATCH & TO READ
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(Imagem: Paramount Pictures)
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Em 1954, o agente federal Teddy Daniels (Leonardo DiCaprio) e seu parceiro Chuck Aule (Mark Ruffalo) desembarcam em Shutter Island para investigar o desaparecimento de uma paciente do Ashecliffe, um hospital psiquiátrico para criminosos. Quando uma tempestade isola a ilha, a investigação esbarra na resistência dos médicos, e Teddy começa a ser assombrado pelas próprias lembranças. Dirigido por Martin Scorsese, é um daqueles filmes em que quanto menos você souber antes, melhor.
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(Imagem: Divulgação)
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Ele transformou o cotidiano em literatura e é considerado o maior cronista do Brasil. Em 200 Crônicas Escolhidas, Rubem Braga reúne textos que ele mesmo selecionou ao longo de décadas de carreira, de memórias da infância em Cachoeiro de Itapemirim aos relatos de quando cobriu a Segunda Guerra como correspondente na Itália. Com uma escrita leve e cheia de lirismo, ele prova que um passarinho na janela ou uma conversa de bar podem render as melhores histórias. Ideal para ler aos poucos, uma crônica por dia.
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RODAPÉ
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SUNDAY'S (the news)
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A edição de domingo do seu jornal favorito. Nunca seja chato ou desinteressante — ainda mais no almoço de família. Com essa leitura, você terá sempre algo a acrescentar no almoço de logo mais.
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…
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bom domingo e até amanhã!
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