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🔥 Esquenta dos Mercados
Os mercados estão em festa — e não tem nada a ver com a vitória do Brasil contra a Escócia no jogo de ontem.
É que os temores da véspera se transformaram na euforia de hoje. Nos últimos dias, o setor de tecnologia ganhou os holofotes em meio a preocupações sobre os altos investimentos em inteligência artificial (IA), derrubando ações de empresas do segmento.
Porém, os investidores voltaram a adotar uma visão mais otimista após a empresa norte-americana Micron Technology, fabricante de chips de memória, divulgar balanço positivo no fim da tarde de quarta-feira (24).
Em meio à empolgação do mercado, as bolsas asiáticas fecharam o pregão desta quinta-feira (25) majoritariamente em alta. Liderando o movimento, o índice sul-coreano Kospi saltou 5,42%, atingindo os 8.930,30 pontos.
As gigantes de semicondutores Samsung Electronics e SK Hynix subiram 5,3% e 13%, respectivamente.
Os mercados europeus também amanhecem no azul hoje. A contínua queda dos preços do petróleo ajuda a sustentar o apetite por risco na região.
Nesta manhã, a commodity registra perdas pelo quarto dia consecutivo, diante de sinais de que EUA e Irã caminham para um acordo definitivo.
Em Wall Street, a Nasdaq puxa o bom desempenho das bolsas em Nova York, com os índices futuros indicando um dia de ganhos. Por lá, os investidores também digerem o anúncio da Qualcomm sobre uma parceria com a Meta.
Além disso, as atenções se voltam para a divulgação do índice de preços de gastos com consumo (PCE, na sigla em inglês) referente a maio e a terceira leitura do PIB dos EUA no primeiro trimestre de 2026.
Já no Brasil, o Ibovespa vai tentar se recuperar das perdas da véspera, quando fechou o pregão em queda de 0,44%, aos 170.507 pontos.
Enquanto isso, os participantes dos mercados locais acompanham a publicação do IPCA-15 de junho e do Relatório de Política Monetária (RPM) do Banco Central.
Mas não para por aí: hoje, a agenda conta com uma nova operação da Polícia Federal, o pedido de tutela cautelar feito pela Braskem em negociação com credores e, claro, a divulgação do próximo adversário do Brasil na Copa do Mundo.
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