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25 de junho de 2026 |
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O que a China tem a ver com seus investimentos? Após visitar o país para participar de reuniões com companhias, avaliamos as implicações dos mercados chineses para nossa cobertura. No geral, a história industrial da China continua sendo definida por escala, mas a oferta se expandiu mais rapidamente do que a demanda em diversas indústrias, com as exportações atuando como principal mecanismo de equilíbrio e reforçando o papel crescente do país na formação de preços globais (link). Ainda no cenário internacional, o debate sobre inteligência artificial deixou de ser sobre valuation. Múltiplos elevados, crescimento de lucros robustos e capex sem precedente histórico já são fatos estabelecidos. Quanto tempo esse ciclo dura, com que intensidade ele se mantém, e qual a qualidade real dos retornos que está gerando? (link) Nesta semana, destacamos também a chegada dos ETFs UCITS à XP. Esses ETFs permitem acessar carteiras globais completas por meio de veículos negociados em bolsa, com estrutura internacional, diversificação eficiente e vantagens tributárias relevantes para investidores brasileiros (link). E no cenário local, o Banco Central do Brasil publicou a ata da reunião de junho do Comitê de Política Monetária (Copom), que descreveu um cenário mais desfavorável para a inflação (link). Acompanhe tudo nesta edição da Expert Drops. Toda semana, trazemos recomendações e análises na medida certa para você investir melhor. Conte conosco e até a semana que vem! |
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DESTAQUES O que são ETFs UCITS? ETFs UCITS são ETFs constituídos de acordo com a diretiva europeia UCITS. Esse padrão foi criado para organizar e regular fundos de investimento distribuídos a investidores de varejo na Europa, com regras voltadas à diversificação, transparência, gestão de risco e proteção ao investidor. Um ETF UCITS pode ser domiciliado em diferentes jurisdições europeias (em sua maioria na Irlanda ou em Luxemburgo), e investir em ativos de diversas regiões do mundo. Veja mais detalhes e saiba como investir. |
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O cenário atual das empresas de IA Em dezembro de 2025, concluímos que não havia evidências de bolha nas empresas de inteligência artificial, uma vez que os lucros sustentavam os múltiplos. Seis meses depois, a pergunta evoluiu, saindo de apenas um questionamento do valuation e indo para demanda. O ciclo de capex que as hyperscalers estão executando encontra justificativa clara no presente, mas exige retorno extremamente elevado adiante para se sustentar. Para os próximos 12 a 24 meses, ainda tendemos a ver um ambiente benéfico para crescimento de lucros e, consequentemente, de preços. Saiba mais no relatório completo. |
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China: do solo à nuvem Nossa viagem à China ajudou a trazer uma nova perspectiva sobre como as dinâmicas estão se desenrolando em nossa cobertura, de materiais a industriais, energia e IA. Vemos pressão sustentada sobre preços em segmentos mais padronizados e lucratividade desigual, com melhores retornos concentrados em setores com gargalos e nichos mais técnicos. |
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Ata do Copom: suavizando o ciclo Na última terça-feira (23), o Banco Central do Brasil publicou a ata da reunião de junho do Comitê de Política Monetária. O documento mencionou a “aceleração da atividade econômica no primeiro trimestre do ano” e expectativas que permanecem “acima da meta” de 3%. A descrição do comitê para o cenário internacional conta com níveis elevados de incerteza e “indefinições em relação aos desdobramentos das tensões geopolíticas”. Leia a análise completa. |
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VEJA TAMBÉM Compass (PASS3): crescimento e dividendos Iniciamos a cobertura de Compass com recomendação de compra. A tese de investimento de PASS tem dois lados: i) a âncora de valor; a companhia possui um portfólio premium de distribuição de gás natural nas regiões economicamente mais desenvolvidas do Brasil; e ii) o vento a favor; a Edge (a plataforma de comercialização de gás) oferece uma opcionalidade relevante para que a companhia entregue crescimento com retornos marginais bastante atrativos. Leia o relatório completo. |
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IPCA-15 abaixo do esperado, nível ainda desafiador Conforme divulgado pelo IBGE na manhã desta quinta-feira (25), o IPCA-15 de junho avançou 0,41% na comparação mensal, abaixo da nossa projeção (0,46%) e do consenso de mercado (0,44%). Com isso, a inflação acumulada em 12 meses subiu de 4,64% em maio para 4,80% em junho. Em relação às nossas projeções, as principais surpresas baixistas vieram de alimentação no domicílio, seguro de automóveis e alimentação fora do domicílio, enquanto a principal surpresa altista ficou concentrada em passagens aéreas. Saiba mais. |
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Digimais é rebaixado pela Moody’s A agência Moody’s local rebaixou o rating do Banco Digimais S.A. (“Banco” ou “Digimais”) para CCC+.br, ante B+.br. O movimento não considerou eventuais efeitos positivos da potencial aquisição pelo BTG Pactual. Na sequência, os ratings do Banco foram retirados por razões comerciais, e a partir deste momento, a agência indicou que deixará de monitorar o crédito da instituição. |
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APRENDA A INVESTIR Reinvestir os dividendos das ações realmente vale a pena? Um exemplo ajuda a responder: R$ 10 mil aplicados em PETR4 em janeiro de 2016 teriam se transformado em cerca de R$ 68,9 mil apenas com a valorização da ação. Já quem reinvestiu todos os dividendos recebidos ao longo desse período terminou com R$ 272,9 mil. Ou seja, quase quatro vezes mais patrimônio, no mesmo intervalo, com a mesma ação, o mesmo valor inicial e sem nenhum aporte adicional. Saiba mais aqui. AGENDA |
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