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18 de junho de 2026 |
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Em semana de decisões de política monetária no Brasil e nos Estados Unidos, além de traçar as perspectivas para a economia, nossos especialistas fizeram uma análise aprofundada da saúde financeira das empresas brasileiras (link). Como se posicionar em um cenário de juros altos por mais tempo na Bolsa e na renda fixa? Enquanto o mercado acompanha o ambiente macroeconômico mais desafiador, os títulos públicos indexados à inflação mostram níveis raros. Por isso, explicamos como enxergamos os riscos e oportunidades do IPCA+ (link). Além disso, com a Administração Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA) confirmando a formação do El Niño, nossos analistas pontuaram os principais impactos no agro e no varejo. Acompanhe tudo nesta edição da Expert Drops. Toda semana, trazemos recomendações e análises na medida certa para você investir melhor. Conte conosco e até a semana que vem! |
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DESTAQUES Copom reduz Selic a 14,25% Enquanto nos Estados Unidos o Federal Reserve (Fed, banco central dos Estados Unidos) manteve a taxa dos Fed Funds no intervalo entre 3,5% e 3,75%, no Brasil o Copom cortou a taxa Selic em 0,25 p.p., como esperado por nós e pela maior parte do mercado. O comunicado pós-reunião trouxe elementos hawkish (mais duros), à medida que o comitê reconheceu que a atividade econômica e a inflação estão acelerando, e suas projeções se afastaram ainda mais da meta de 3,0%. E agora, como ficam seus rendimentos em renda fixa? |
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Como está a saúde financeira das companhias brasileiras? Os recentes eventos de crédito no Brasil levantaram questionamentos sobre a resiliência dos balanços corporativos após vários anos de juros elevados. Além disso, a perspectiva para os próximos meses tornou-se menos favorável, já que um cenário de juros mais altos por mais tempo no Brasil passou a ser mais provável após a alta recente das expectativas de inflação e taxa de juros. Fizemos uma análise aprofundada da saúde financeira das empresas, com base nas cerca de 140 companhias da cobertura XP. |
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IPCA+: uma janela rara se abriu? No segundo trimestre de 2026, o ambiente macroeconômico se tornou mais desafiador, com aumento da aversão ao risco em meio a uma combinação de fatores domésticos e externos. As curvas de juros, nominais e reais, passaram por abertura relevante, levando os títulos públicos indexados à inflação a níveis historicamente raros. Mostramos por que o momento atual chama atenção e o que torna essa janela rara na série histórica. |
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Quais os impactos do El Niño? Um possível cenário de El Niño muito forte teria implicações relevantes para praticamente todas as companhias sob nossa cobertura, dada sua capacidade de impactar a produção agrícola global. Ainda assim, vemos maior concentração de risco em: players de açúcar e etanol, como São Martinho e Jalles Machado; player do ecossistema agrícola, 3tentos; e empresas agrícolas de grãos, como SLC e BrasilAgro. Leia o relatório completo no link abaixo e confira também os impactos do El Niño no varejo aqui. |
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VEJA TAMBÉM Como andam nossos vizinhos O anúncio de um memorando de entendimento entre EUA e Irã, em 14 de junho, trouxe alívio imediato aos mercados. As bolsas subiram e os preços do petróleo recuaram com a perspectiva de encerramento do conflito. O acordo prevê cessar-fogo, reabertura do Estreito de Ormuz e fim do bloqueio norte-americano sobre os portos iranianos. Como anda a economia de México, Colômbia e Chile? Confira no relatório mensal de economia global e da América Latina. |
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Novas estimativas para Vivara (VIVA3) Cortamos nossas estimativas de EBITDA ajustado (excluindo IFRS) e lucro líquido em 5-7% e 6,5-12% em 2026-27, respectivamente, e reduzimos o preço-alvo para R$ 35,0/ação (de R$ 38,0). Apesar disso, mantivemos recomendação de compra, pois esperamos que 2026 evidencie a resiliência do negócio, com métricas operacionais sólidas mesmo sob uma “tempestade perfeita” de pressão de custos, ventos competitivos contrários em Life e poder de compra mais fraco dos consumidores. Saiba mais. |
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Aura Minerals (AURA33): risco aceito, jogo valendo As ações da Aura acompanharam o forte desempenho do ouro e importantes marcos bottom-up (realocação da estrada em Borborema, aprovação de Era Dorada, atualização de reservas etc.). Mas, desde o início do conflito no Oriente Médio, os ativos de ouro têm sido altamente voláteis, refletindo riscos inflacionários sobre o ambiente de juros e o atual perfil risk-on do ouro. As ações da empresa caíram 25% desde o início do conflito, o que vemos como um ponto de entrada. |
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APRENDA A INVESTIR Copa do Mundo: o futebol pode te ajudar a investir melhor? Você já parou para pensar que a lógica usada para vencer no campo pode ser a mesma para investir melhor e conquistar seus objetivos a longo prazo? Várias das situações no futebol têm conexão com a forma como lidamos com dinheiro e tomamos decisões de investimento. No futebol, um time que só ataca e esquece a defesa fica exposto. Nos investimentos, a lógica é a mesma: antes de buscar altos retornos (o “fazer gols”), você precisa proteger seu patrimônio. Confira outras 5 lições aqui. AGENDA |
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