Pra frente, Brasil? Não no caso dessa caixinha de surpresas que são os relatórios de bancos. O BofA rebaixou o país de “compra” pra neutro por “piora macroeconômica” e pelos juros altos, há muito tempo escanteados para lá onde a coruja dorme. O mercado - que já vinha com a guarda baixa desde o começo do dia, com guerra e pesquisa eleitoral - se perdeu de vez em campo e não viu nem a cor da bola. Especialistas lembraram mais uma vez: “Isso acende alerta aos investidores.” Haja advertência, aviso, sinal pra gente digerir, antes, durante e depois da Copa. E assim o Ibovespa prefere uma catimba, encarando dia sim dia não uma traulitada nas quatro linhas. É muita emoção, pelas barbas do profeta. Apesar da resenha desfavorável, preferimos valorizar a posse de bola com títulos do Tesouro, projeções da Bolsa (sem ser outros 7 a 1) e BDRs da SpaceX. Vai que é tua, sem pipocar!
|
Aqui não tem jogo embolado e, se tiver, a gente põe logo o time pra frente, com uma linha de cinco no ataque. Especialistas afirmam que a escolha entre os títulos depende dos objetivos e do perfil do investidor, mas um cálculo simples ajuda a comparar a rentabilidade potencial dos papéis. Atenção para o desenho tático.
|
Nem tudo está perdido. Mesmo diante de um cenário desafiador (ou altamente assustador?), o banco segue otimista com as ações brasileiras e projeta o Ibovespa em 193 mil pontos até o fim do ano. Olha aí. A luz fica a quantos quilômetros do fim do túnel mesmo? Respostas desafiadoras aqui 👇
|
Miziara faz o lembrete antes do Mundial: restrições regulatórias deixam investidores brasileiros à margem de uma tendência que pode redefinir a relação entre informação e mercado. Aposto que você vai querer entender. |
O IPO mais badalado desde a estreia do Brasil na Copa de 1982. Aquela em que a seleção era de cinema, mas os italianos impediram o final feliz e barraram a seleção de craques nas quartas. Investidores brasileiros poderão acessar a companhia de Elon Musk pelo código SPCX34, em reais, por meio de sua corretora. Tá barato esse foguete assim mesmo?
|
Que corte é esse, às vésperas da Copa, assombrando a torcida antes da bola rolar nos EUA, México e Canadá. Desde janeiro, banco mantinha mercado brasileiro como compra; agora, recomendação é outra por piora macroeconômica. Semana que vem tem Selic e as expectativas estão cada vez mais desancoradas de cortes. Bem que o horizonte relevante podia sorrir pra gente, mas… Tá difícil.
|
|
|
|
Enviado por Estadão - E-Investidor
Essa newsletter é meramente informativa, não se configurando como relatório de análise. O E-Investidor não faz recomendações de investimento. Para entrar em contato com nosso time do E-Investidor, envie um e-mail para einvestidor@estadao.com
Caso não queira mais receber estes e-mails, cancele sua inscrição.
|
|
|
|
|