Tá chegando a hora - a do Copom e do Fed, não a do jogo do Brasil, calma. Enquanto isso, investidores, analistas, economistas, operadores, traders de última hora e até torcedores lidam com o que pode aparecer amanhã no comunicado do comitê do BC - o “ambiente de extrema incerteza externa”. Isso leva o mercado a operar num modo de “cautela”, diante do que bancos centrais e o mercado chamam de balanços de riscos. Haja risco: das negociações entre EUA e Irã à abertura total de Ormuz. Para onde você olha aparece incerteza, um perigo, um abismo pro infinito. “Tá exagerando aí. Sob controle”, repara uma fonte otimista. Ahã. O Ibovespa, que não curte imprevistos, já causa até tontura nos investidores, em meio a esse clima de balança mas não vai. Consultamos os sábios: o que vem amanhã mesmo na Superquarta? Pra gente focar no equilíbrio, fomos atrás de fundos de crédito, multimercados e, claro, prêmios de risco - tem, olha aí. Quanto à vertigem, se o sintoma persistir o médico deverá ser consultado.