Quantas vezes você viu mesmo nos últimos 851 dias a expressão “cautela global”? Desistimos de contar, mas entendemos total: com o drama, a novela, o pandemônio, o rebuliço, além do forrobodó, das interdições de petroleiros no Estreito de Ormuz, a situação só complica, com Irã e EUA batendo cocurutos. Ficam num vaivém de possibilidade de acordo alternando com bombas, drones, ameaças, sanções e declarações sem pé nem cabeça. No meio disso tudo, como é que o mercado fica? No modo intenso de prudência, variando entre quedas impiedosas, num 0 a 0 é um bom resultado e, de vez em quando, uma euforia enlouquecida. Hoje vigorou a segunda alternativa, a que navega em direção à lateral das encostas, para evitar a canoa furada do impasse no Golfo Pérsico. Por isso a gente nadou hoje em águas mais seguras dos títulos públicos, ações de empresas de saúde e crédito privado. Um iate tranquilo no mar azul pra tirar esse tsunami da rota - respira e vamos nessa.
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Tem gente enchendo o bolso com tudo isso? Ô, se tem. Mesmo com consenso de mercado, Treasuries só fazem sentido para quem busca proteção em dólar. Estamos dentro, chefia? Confira comigo no replay. |
Conte-me tudo: avanço de modelos mais enxutos pode reduzir receita por beneficiário, mas analistas veem compensação via escala, verticalização e eficiência operacional. Valeu, E-Investidor, e, se espirrar, saúde. |
Boa. Fundador da Amazon diz que parcela mais pobre do país responde por pequena parcela da arrecadação federal e não deveria sofrer mais pressão financeira. Fica a dica. |
Ligados estamos, sempre - e o Einar, mais ainda. Com mais de US$ 2,5 trilhões em ativos, o crédito privado cresce no mundo e pressiona o domínio histórico dos bancos no financiamento corporativo. Não precisa ficar esbaforido com esse número, mas a gente entende e compreende a reação.
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O homem que ficou no lugar do herói dará conta do reinado? Um investidor garante que sim. Diz ele que o sucessor de Buffett tem perfil mais operacional e pode destravar valor em negócios que perderam eficiência dentro do conglomerado. Abel, que responsa: ele não foge à luta e aumenta o fã-clube. |
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Enviado por Estadão - E-Investidor
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