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27 de maio de 2026 |
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IbovespaO Ibovespa encerrou o pregão de quarta-feira em queda de 0,5%, aos 175.744 pontos, reagindo principalmente à divulgação do IPCA-15 de maio, que veio acima das expectativas do mercado.O principal destaque do dia foi Usiminas (USIM5, +5,9%), dando continuidade ao momento positivo das ações da companhia, que acumulam alta de 23,4% em maio e de 71,9% em 2026 até o momento. Na ponta negativa, Copasa (CSMG3, -4,7%) recuou após as propostas recebidas dos interessados em se tornarem investidores de referência no processo de privatização da companhia ficarem abaixo do piso pretendido.Nesta quinta-feira, foco para o Caged de abril na agenda doméstica e o deflator PCE do 1T26 nos EUA.Renda FixaOs juros futuros encerraram a sessão desta quarta-feira praticamente estáveis, com leve viés de alta na curva local, em meio ao IPCA-15 acima do esperado, queda do petróleo e expectativas cautelosas para o Caged. Nos EUA, as Treasuries recuaram, com a T-note de 2 anos a 4,03% (-1bp), a de 10 anos a 4,48% (-1bp) e o T-bond de 30 anos a 5,01% (-2bps), refletindo a incerteza em torno de um possível acordo entre EUA e Irã. No Brasil, o DI jan/27 encerrou em 14,07% (0bp), o DI jan/29 em 13,83% (+1bp) e o DI jan/31 em 13,92% (+2bps). A curva de NTN-B apresentou leve recuo, com a B29 em 7,89% (vs. 7,89%), a B35 em 7,71% (vs. 7,73%) e a B50 em 7,29% (vs. 7,33%). Mercados globais Nesta quinta-feira, os futuros nos EUA operam em queda (S&P 500: -0,2%; Nasdaq 100: -0,3%), enquanto investidores aguardam a divulgação do PCE de abril, principal indicador de inflação acompanhado pelo Federal Reserve, e em um ambiente marcado pela alta do petróleo e pela retomada das tensões no Oriente Médio. Apesar disso, a sessão anterior terminou novamente em máximas históricas para os índices americanos, impulsionados pela queda do petróleo ao longo do pregão regular. Na Europa as bolsas operam em queda (Stoxx 600: -0,5%), refletindo a cautela dos investidores diante das mensagens contraditórias sobre um possível acordo entre EUA e Irã após a escalada militar envolvendo novos ataques americanos. O petróleo voltou a subir, reacendendo preocupações inflacionárias e pressionando os ativos de risco na região. Na China, os mercados fecharam mistos (CSI 300: +0,1%; HSI: -1,3%), com investidores monitorando os desdobramentos geopolíticos. No restante da Ásia, as bolsas fecharam majoritariamente em queda, com o Kospi sul-coreano caindo 0,5%, assim como o Nikkei japonês, após novos ataques americanos contra instalações iranianas próximas ao Estreito de Ormuz. IFIXO Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerrou a quarta-feira praticamente estável, aos 3.853,81 pontos, com avanço de apenas 2,79 pontos frente ao fechamento anterior, correspondendo a uma variação positiva de 0,07%. A amplitude intradiária foi contida, oscilando entre 3.848,13 e 3.857,87 pontos, reforçando um pregão de baixa volatilidade e mercado próximo ao equilíbrio. Os Fundos de Recebíveis sustentaram o desempenho positivo do dia, com alta de 0,23%, enquanto os Fundos de Tijolo encerraram praticamente no zero a zero, com ganho marginal de 0,02%. Dentro do segmento de tijolo, Shoppings avançaram 0,12% e Lajes Corporativas cederam 0,11%, enquanto Ativos Logísticos recuaram 0,02%. Os Fundos de Fundos registraram alta de 0,50% e Multiestratégia avançou 0,18%, ao passo que os Fundos Híbridos foram o destaque negativo do dia, com queda de 0,21%. Entre os destaques positivos do pregão, sobressaíram KISU11 (+2,2%), TGAR11 (+2,1%) e HSML11 (+1,5%). No campo negativo, as maiores quedas foram registradas por CACR11 (-16,7%), BPML11 (-1,9%) e KNRI11 (-1,5%). Economia O conflito no Oriente Médio voltou a movimentar os mercados de petróleo. A mídia estatal iraniana divulgou uma minuta não oficial de acordo de paz interino com os EUA, prevendo a reabertura do Estreito de Ormuz em até um mês após sua finalização. A Casa Branca negou o documento, mas o Brent recuou cerca de 4%, ficando abaixo de US$ 96 por barril, e acumula queda superior a 7% na semana. O Estreito segue praticamente fechado ao tráfego comercial, e analistas alertam que a reabertura plena pode levar meses mesmo após um eventual acordo. No Brasil, o IPCA-15 de maio avançou 0,62% m/m, acima da nossa projeção (0,61%) e do consenso da Bloomberg (0,57%). A inflação acumulada em 12 meses subiu de 4,37% para 4,64%. O núcleo de serviços segue pressionado, com a 3M SAAR de serviços subjacentes acelerando para 6,15%. Mantemos as projeções de IPCA em 5,3% para 2026 e 4,0% para 2027, ambas com viés de alta. Por sua vez, a Câmara dos Deputados aprovou uma emenda constitucional que acaba com a escala de trabalho 6×1 e reduz a jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, com um período de transição de 14 meses. Na agenda de hoje, destaque nos Estados Unidos para a segunda leitura do PIB do 1T26, o deflator PCE do 1T26 e os pedidos iniciais de seguro-desemprego. No Brasil, saem Pnad Contínua, IPP, Caged (exp: +211 mil) e resultado primário do governo central (exp: superávit de R$ 26,4 bilhões). O Morning Call XP também está no YouTube, com participação dos nossos especialistas, ao vivo. Clique aqui e assista à transmissão de hoje! ECONOMIA 1. Câmara dos Deputados aprova emenda constitucional que acaba com regime de trabalho 6×1 RENDA FIXA 1. De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa ALOCAÇÃO E FUNDOS 1. Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias 2. ETFs: confira as principais notícias dos índices e movimentos setoriais ESG 1. Ascenty planeja investir US$ 1,2 bi em expansão de infraestrutura de IA no Brasil | Café com ESG, 28/05
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