Caro leitor,
Há pouco mais de um mês, a
SpaceX protagonizou um momento histórico em
Wall Street.
Em sua estreia na
Nasdaq, a empresa levantou cerca de
US$ 85,7 bilhões no maior IPO da história, superando por muito os US$ 29 bilhões captados pela Saudi Aramco.
As ações foram precificadas a
US$ 135 durante o roadshow, abriram o primeiro pregão a
US$ 150 e encerraram o dia valendo
US$ 160,95.
Na prática, a
SpaceX ultrapassou a marca de
US$ 2 trilhões em valor de mercado logo no primeiro dia de negociação.
O efeito foi sentido na fortuna de
Elon Musk. O empresário viu sua riqueza superar
US$ 1 trilhão, consolidando-se como
o primeiro trilionário da história.
🤔 Mas por quanto tempo?
No dia 29 de julho, as ações da
SpaceX fecharam o pregão em
US$ 112,55. Assim, desde o
IPO, os papéis da companhia caíram cerca de
30%.
A correção também
reduziu a fortuna de
Elon Musk para cerca de
US$ 700 bilhões.
Ainda assim, o empresário segue como
o homem mais rico do mundo - e muito à frente do segundo colocado Larry Page, cofundador do
Google.
Agora, para o investidor, a dúvida é: há
oportunidades ou
riscos que passam despercebidos após o
IPO?
Em relatório recente,
Matheus Spiess, analista da
Empiricus, avaliou os fundamentos da companhia, o
futuro das ações e ainda revelou uma
alternativa pouco óbvia para
investir na economia espacial sem depender exclusivamente de um único papel.
👉 Veja como acessar o relatório completo
A análise completa de Spiess sobre o
IPO da SpaceX está disponível na
Empiricus+.
A plataforma reúne algumas das principais recomendações da
Empiricus em ações, fundos imobiliários, renda fixa, criptomoedas e outras classes de ativos.
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