
Na virada do mês, a
Suécia ficou em destaque como o passaporte mais forte do mundo no
Global Passport Index 2026, 5ª edição do ranking da consultoria
Global Citizen Solutions (GCS). Na 49ª posição global, o
Brasil foi potência regional, como a 2ª nação latina da lista e menção à nossa diplomacia.
Curiosamente, essa não foi a principal notícia envolvendo passaportes recentemente. E o responsável, mais uma vez, foi
Donald Trump.
De carona na comemoração dos 250 anos da independência dos
Estados Unidos, o presidente anunciou uma edição especial do passaporte americano em homenagem a... si próprio.
Com 26 páginas, o documento comemorativo ilustra Trump de punhos fechados sobre a Resolute Desk, a mesa dos presidentes no Salão Oval, cercado pela Declaração de Independência e pela pintura de John Trumbull com os fundadores do país.
Nas redes, Trump escreveu: "[
aqui está] O novo passaporte dos EUA, que diz, 'Seja bem-vindo, mas comporte-se'". Para opositores, foi o bastante para questionar: bem-vindo
a onde, cara-pálida?
Agora, o presidente já anunciou seu próximo passo: quer batalhar por sua assinatura nas cédulas americanas. Precisamente na de US$ 100, ao lado do retrato de um resignado Benjamin Franklin.
Enquanto chama atenção para sua imagem, no entanto, Trump desvia o olhar daquela que talvez devesse ser a notícia mais impactante sobre o passaporte americano em 2026: sua queda dramática da 1ª para a 12ª posição no
Global Passport Index em apenas cinco anos.