O mercado hoje parecia que iria bocejar com a repetida falta de notícias sobre um acordo entre Irã e EUA sobre a guerra. Mas não. As Bolsas subiram e o Ibovespa pegou no tranco. Como se sabe, a situação ainda está de perder o sono, com entreveros bélicos em Ormuz. Acordo de cessar-fogo (de três dias) só na guerra na Ucrânia. Trump, que, dizem os analistas, é “um poeta calado”, parafraseando uma velha frase futebolística, acha que tá tudo certo. Classificou ataques do Irã como “um tapinha do amor” e completou: “Mísseis desabaram no oceano como borboletas caindo com graça”. Toda essa inspiração que envolve lapadas e lepidópteros não serviu muito ao dólar. Diante da crise, a moeda levou uma bofetada e caiu sem muita delicadeza mundo afora, incluindo no Brasil - aqui a patamares que não se viam há bem mais de dois anos. Uma coisa bem graciosa. Demos uma geral, um tapa bem dado, em outros temas que interessam ao seu bolso, como crédito privado, ouro, criptos, Tesouro, impacto dos balanços. Pode borboletear sem medo.
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Respiro nesse bosque de tensões e tretas militares, com bastidores do mercado. Com saída definitiva prevista para agosto, Miranda estuda novos negócios para o segundo semestre de 2026 e descarta afastamento do mercado. Exclusivo! Siga o fluxo aqui, abaixo toda vida 👇 |
A crise tá feia mas tem como amenizar. Casa nasceu multiestratégia, cresceu com multimercados e agora vê no crédito o motor da retomada. Acelere aqui pra entender. |
Coisa fina. Investir em ouro ou criptoativos não é sinal de maturidade financeira, diz William EId. A verdadeira sofisticação está em investir com base em objetivos. Vamos nessa então! |
Para tudo: Eduardo Mira destrincha outra novidade. Tesouro Nacional lança título com liquidez instantânea via Pix, sem ideal para reserva de emergência. Tô querendo uma emergência para a reserva, mas vamos juntos. |
Olha aí a bofetada do amor no dólar. Investidores monitoraram tensão entre EUA e Irã, dados do mercado de trabalho americano e inflação no Brasil. Devemos aproveitar essa pancadaria? Investigamos! |
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O debate abordou um dos dilemas mais relevantes enfrentados pela indústria de Wealth nos últimos anos: terceirizar ou internalizar funções, especialmente as relacionadas à tecnologia |
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