Selic em 14,50% e mais inflação à frente | Expert Drops

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30 de abril de 2026

O Copom reduziu a Selic em 0,25 p.p. na reunião desta semana, conforme amplamente esperado, para 14,50%. O comunicado pós-reunião trouxe elementos tanto hawkish (mais conservadores) quanto dovish (mais suaves). O que esperar agora para a economia (link) e como fica a renda fixa com a taxa de juros nesse patamar (link)?


Nos próximos dias, os mercados continuarão a monitorar de perto os resultados do primeiro trimestre de 2026 das companhias brasileiras em meio a um cenário desafiador. Quais setores devem ser destaque nessa temporada (link)?


Realizamos também uma nova edição da nossa pesquisa com os assessores XP. Como os clientes estão posicionando seus investimentos (link)?


Acompanhe tudo nesta edição da Expert Drops. Toda semana, trazemos recomendações e análises na medida certa para você investir melhor. Conte conosco e até a semana que vem!


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DESTAQUES

As estratégias da MRV

Uma lógica cada vez mais “fabril”. Para Rafael Menin, CEO da MRV (MRVE3), essa é uma das estratégias que devem aumentar a produtividade da empresa nos próximos anos. Segundo ele, o volume de lançamentos da maior empresa no setor imobiliário na América Latina tem crescido, mas com uma atuação geográfica menor. O executivo foi o convidado do último episódio do Expert Talks – Na Mesa com CEOs. Confira o episódio completo e saiba a qual é a estratégia da MRV para crescer. 

Apetite por ações piora, apontam assessores 

Na última edição da nossa pesquisa com assessores XP, observamos uma queda na intenção de aumentar a exposição em ações, enquanto os níveis de alocação permaneceram relativamente estáveis. Enquanto isso, renda fixa permanece como a classe de ativo preferida entre os clientes. 

Temporada de resultados do 1T26: o que esperar?

Nossas estimativas indicam um trimestre misto, mas sequencialmente melhor, com 8 de 15 setores projetados para apresentar redução de lucros. Para o nosso universo de cobertura da XP (aproximadamente 140 empresas), a prévia consolidada de resultados indica crescimento de receita líquida de 4,9% ano contra ano (vs. 5,5% no 4T25) e expansão de EBITDA de 4,7% (vs. -2,7% no 4T25). No nível de lucro líquido, esperamos uma queda anual de 18,4%, impulsionada principalmente por commodities. Saiba quais devem ser os destaques entre os setores.

Selic em 14,50%

Após reduzir a taxa básica de juros brasileira, o Copom indicou em seu comunicado que as perspectivas para a inflação se deterioraram, à medida que os dados correntes e as projeções estão “distanciando-se adicionalmente da meta para a inflação”. Por outro lado, o comunicado reiterou que as atuais condições monetárias restritivas têm sido efetivas para conter o crescimento da atividade. Em outras palavras, a deterioração do cenário inflacionário não foi suficiente para alterar o plano do Copom de continuar calibrando (isto é, reduzindo) a taxa de juros. Leia a visão completa do time de economia.

VEJA TAMBÉM

Debate sobre a taxa das blusinhas está de volta

A possibilidade de eliminar ou reduzir o imposto federal de importação de 20% sobre compras de até US$ 50 voltou à pauta dentro do governo federal, reacendendo preocupações entre os varejistas domésticos. Tal medida representaria uma reversão parcial do arcabouço do Remessa Conforme (RC), introduzido em 2023 para formalizar e tributar transações cross-border de baixo valor. Saiba mais.

INSS em pausa 

O TCU determinou a suspensão imediata de novas originações atreladas ao INSS, incluindo cartões de crédito consignado e cartões de benefício, além de estender temporariamente a suspensão ao consignado pessoal. Embora a decisão tenha caráter formalmente cautelar, ela reflete preocupações persistentes com fraudes, vazamento de dados e fragilidade dos controles ex ante, reforçando a visão de que um nível mais elevado de supervisão sobre o ecossistema do INSS deve continuar. Entenda.

Vale: pressões de custo ofuscam ventos favoráveis na receita

Ventos contrários de custo adicionaram pressão ao desempenho financeiro da Vale, o que vemos como o ponto mais fraco dos resultados divulgados nesta semana. Os preços de minério de ferro/cobre/níquel seguem em patamares mais elevados, a estratégia de volumes de minério de ferro continua sustentando prêmios resilientes, e operações de metais básicos seguem melhorando. Embora continuemos vendo o valuation da Vale como um limitador para um upside adicional das ações, ele segue relativamente mais atrativo vs. os pares globais, o que ainda pode dar algum momentum para as ações, particularmente em momentos de entrada de fluxo estrangeiro em ações brasileiras. Veja a análise completa.

APRENDA A INVESTIR

IRRF? Imposto de Renda Retido na Fonte é um mecanismo de recolhimento automático do Imposto de Renda. Nesse modelo, a responsabilidade pelo desconto e pelo repasse do imposto à Receita Federal é da fonte pagadora, como empresas, bancos, corretoras ou outras instituições. Em vez de pagar o imposto apenas na declaração anual, o imposto é recolhido ao longo do ano, no momento em que os rendimentos são pagos ao contribuinte. Confira o conteúdo completo sobre IR2026.


FOMC? Federal Open Market Comittee. O FOMC realiza oito reuniões regulares por ano. Nessas reuniões, o comitê analisa as condições econômicas e financeiras, determina a orientação adequada da política monetária e avalia os riscos para os seus objetivos de longo prazo de estabilidade de preços e crescimento econômico sustentável.

AGENDA



Segunda-feira, 4 de maio

Brasil
8:25 Boletim Focus


Terça-feira, 5 de maio

Brasil

8:00 Ata do Copom

China
22:45 PMI Composite/ PMI Serviços

Estados Unidos
11:00 Jolts

Quarta-feira, 6 de maio
Brasil
Produção total de veículos

Zona do Euro

6:00 PPI


Quinta-feira, 7 de maio
Brasil
9:00 Produção industrial

Zona do Euro
6:00 Vendas no varejo

Sexta-feira, 8 de maio
Estados Unidos
9:30 Taxa de desemprego
11:00 Confiança do consumidor 

VÍDEOS

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