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Segunda-feira, 11 de maio |
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Tempo de leitura: 5 minutos |
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Bom dia, Investidor(a)! |
Resumo do Editor |
A semana começa com as atenções voltadas à temporada de resultados corporativos no Brasil, incluindo o balanço da Petrobras (PETR4). No exterior, investidores acompanham a escalada das tensões no Oriente Médio após Donald Trump rejeitar uma proposta do Irã para negociações de paz, movimento que impulsiona os preços do petróleo. |
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DESTAQUES |
Temporada de balanços e petróleo no foco do mercado |
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A semana começa movimentada para os investidores, com uma nova rodada de balanços corporativos no Brasil e o avanço das tensões geopolíticas no exterior influenciando os mercados globais.
No cenário doméstico, a atenção se concentra nos resultados da Petrobras (PETR4), que divulga números após o fechamento do mercado. Também estão previstos para esta segunda-feira os balanços de Direcional (DIRR3), Energisa (ENGI11), Hapvida (HAPV3), Itaúsa (ITSA4), MRV (MRVE3) e Natura (NTCO3).
Mais cedo, a Telefônica Brasil (VIVT3) reportou lucro líquido de R$ 1,26 bilhão no primeiro trimestre de 2026, avanço de 19,2% na comparação anual, embora abaixo das projeções do mercado. Já o BTG Pactual (BPAC11) anunciou lucro líquido ajustado de R$ 4,81 bilhões no período, crescimento de 42% em relação ao mesmo trimestre do ano passado.
No exterior, o impasse entre Estados Unidos e Irã aumenta os temores em torno do Estreito de Ormuz, rota estratégica para o transporte global de petróleo, e impulsiona os preços da commodity nesta manhã. |
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SUNO CALL #2050 |
A lógica por trás das aquisições |
Poucas decisões corporativas concentram tanto potencial de criação e destruição de valor quanto uma aquisição. A lógica superficial parece simples: comprar um negócio, melhorá-lo, capturar o valor gerado. Na prática, cada etapa desse processo carrega armadilhas que transformam negócios aparentemente atraentes em destruidores de capital.
O primeiro erro é confundir sinergias reais com preço pago. É comum ver aquisições em que o comprador paga 12 vezes o EBITDA por um negócio que, após integração e reduções de custo, passa a operar a 5 vezes. Na superfície, parece um bom negócio. O problema é que quem embolsou o valor dessas sinergias foram os acionistas vendedores, não os compradores. Se o preço pago for igual ao valor inicial mais o valor das sinergias, então o comprador não está criando valor econômico líquido, está só antecipando e transferindo esse valor para o vendedor. Nesse caso, os acionistas da compradora não vão se beneficiar tanto, ainda mais se a maneira como emitiu capital foi cara.
Existe ainda uma camada adicional de complexidade que muitos gestores ignoram: o custo de capital da própria empresa... |
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📡 RADAR CORPORATIVO |
A PetroReconcavo (RECV3) informou produção média de 24,4 mil barris de óleo equivalente por dia (boed) em abril, queda de 1,2% na comparação com março.
A Copasa (CSMG3) registrou lucro líquido de R$ 368 milhões no primeiro trimestre de 2026, recuo de 14,1% em relação ao mesmo período do ano passado, pressionada pelo avanço de custos operacionais e pelo aumento da alavancagem financeira.
A Riachuelo (RIAA3) anunciou na noite de sexta-feira a aprovação do pagamento de juros sobre capital próprio (JCP) no valor bruto total de R$ 40 milhões.
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👀 DE OLHO NOS MERCADOS |
Ibovespa sobe, mas fecha quarta semana seguida no vermelho |
O Ibovespa encerrou o pregão anterior em alta de 0,49%, aos 184.108,29 pontos, avanço de 890,03 pontos. Apesar da recuperação da sessão, o principal índice da bolsa brasileira acumulou queda semanal de 1,71%, marcando a quarta semana consecutiva de perdas.
Já o dólar comercial recuou 0,59% frente ao real, encerrando o dia cotado a R$ 4,894. |
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Mercados na Europa e na Ásia |
As bolsas asiáticas fecharam sem direção única nesta segunda-feira, com destaque para os mercados chineses, impulsionados pelo forte desempenho das ações de tecnologia e pelo otimismo renovado em torno da inteligência artificial. |
Shanghai SE (China): +1,08%
Nikkei (Japão): -0,47%
Hang Seng Index (Hong Kong): +0,05%
Nifty 50 (Índia): -0,88%
ASX 200 (Austrália): -0,49%
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Na Europa, os índices operam de forma mista, refletindo a cautela dos investidores diante do avanço das tensões geopolíticas no Oriente Médio e da alta do petróleo.
STOXX 600: -0,20%
DAX (Alemanha): -0,22%
FTSE 100 (Reino Unido): +0,05%
CAC 40 (França): -1,04%
FTSE MIB (Itália): +0,38%
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📰 GIRO DE NOTÍCIAS |
Carteira de Fiagros: Os fiagros AAZQ11 e AZQA11 fecharam o primeiro trimestre de 2026 praticamente 100% alocados. Veja detalhes.
Pagamento de proventos: O ETF NDIV11, da Nu Asset, anunciou a distribuição de R$ 1,2385641 por cota em dividendos aos seus cotistas nesta semana. Saiba mais.
Yield próximo a 1%: O fundo imobiliário IBBP11 (Invista Brazilian Business Park) anunciou a distribuição de R$ 0,0737 por cota em rendimentos aos seus cotistas. Entenda.
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FRASE DO DIA |
“Definir um objetivo é o ponto de partida de toda a realização” |
William Clement Stone |
empresário norte-americano
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