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IbovespaO Ibovespa encerrou a semana passada em queda de 1,8% em reais e 1,2% em dólares, aos 187.318 pontos. Em abril, o índice caiu 0,1% em reais, mas subiu 4,3% em dólares, devido à valorização do real.O destaque positivo da semana foi Usiminas, impulsionada por resultados do 1T26 acima das expectativas do mercado e elevação de preço-alvo por bancos de investimento.Na ponta negativa, as construtoras recuaram, especialmente Direcional (DIRR3, -6,2%), Cury (CURY3, -8,2%) e Cyrela (CYRE3, -11,7%), pressionadas pela abertura da curva de juros e pelo aumento das preocupações do mercado com os custos de construção em meio à elevação dos preços do petróleo. Confira o resumo semanal.Renda FixaNo comparativo semanal, os juros futuros avançaram em meio à combinação de tensões persistentes entre EUA e Irã, petróleo volátil e ajustes de expectativas para as decisões de juros do Fed e do Copom, ainda que na quinta-feira tenha havido expressiva realização de prêmios com dólar em queda, maior apetite a risco e petróleo mais comportado. Nos EUA, a T Note de 2 anos encerrou em 3,88% (+10 bps vs. semana anterior), a T Note de 10 anos em 4,38% (+8 bps) e o T Bond de 30 anos em 4,98% (+7 bps). No Brasil, o DI jan/27 fechou em 14,15% (+5 bps), o DI jan/29 em 13,71% (+24 bps) e o DI jan/31 em 13,74% (+24 bps).
Mercados globaisNesta segunda-feira, os futuros nos EUA operam em queda (S&P 500: -0,5%; Nasdaq 100: -0,5%), enquanto investidores acompanham novos desdobramentos no Oriente Médio. No geopolítico, o destaque é o anúncio do “Project Freedom” por Donald Trump, iniciativa voltada a liberar navios retidos no Estreito de Ormuz, o que pode aliviar parcialmente os gargalos logísticos, ainda que sem resolução estrutural do conflito. A semana também será marcada pelo payroll de abril, com expectativa de desaceleração relevante no mercado de trabalho. Na Europa, as bolsas operam em leve queda (Stoxx 600: -0,1%), com desempenho misto entre setores. Telecomunicações lidera os ganhos (+1,2%), impulsionado por Nokia (+7%), enquanto o setor automotivo recua (-1,6%) após nova ameaça tarifária de Trump, que indicou elevação para 25% nas tarifas sobre veículos europeus. Na Ásia, o destaque absoluto foi a Coreia do Sul, com o Kospi (+5,1%) atingindo nova máxima histórica após o melhor mês em quase três décadas, impulsionado por semicondutores e pelo fluxo positivo vindo das Big Techs globais. Hong Kong também avançou (HSI: +1,3%), enquanto Austrália recuou levemente. Bolsas no Japão e na China fechadas devido feriado.
Após registrar queda de 0,14% na semana, o Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerrou abril em alta de 1,53%, apesar de um ambiente ainda marcado por incertezas e cautela por parte dos investidores, em meio às tensões no Oriente Médio e aos seus potenciais efeitos sobre a dinâmica inflacionária global. No pregão de quinta‑feira (30/04), o IFIX avançou 0,07%, sustentado principalmente pelo desempenho positivo dos Fundos de Tijolo, que subiram 0,19% no dia. Dentro do segmento, Shoppings avançaram 0,36%, Ativos Logísticos tiveram alta de 0,33% e Lajes Corporativas registraram ganho marginal de 0,03%. Os Fundos de Fundos também contribuíram positivamente, com valorização de 0,43%, enquanto os Fundos de Recebíveis apresentaram alta de 0,03%. Em sentido oposto, os Fundos Híbridos tiveram leve recuo, de 0,04%, enquanto Multiestratégia avançou 0,16%. Entre os destaques positivos, sobressaíram VGRI11 (+2,4%), VINO11 (+2,0%) e HSLG11 (+1,7%). No campo negativo, as maiores quedas foram registradas por MFII11 (-6,0%), RZTR11 (-4,3%) e PVBI11 (-1,6%). EconomiaSegundo a Reuters, um navio de guerra americano que pretendia atravessar o Estreito de Ormuz foi atingido por dois mísseis nesta manhã ao navegar próximo à ilha de Jask. O ataque ocorre logo após o anúncio do Presidente Donald Trump, no fim de semana, de uma nova iniciativa para auxiliar embarcações retidas a deixarem a hidrovia. Nos Estados Unidos, a inflação ao consumidor medida pelo deflator das despesas de consumo pessoal (PCE) acelerou em março, com o núcleo atingindo 3,2% no acumulado em 12 meses, o maior patamar desde novembro de 2023. O resultado refletiu majoritariamente a alta de 11,6% nos preços de bens de energia, em decorrência do choque do petróleo. A pressão inflacionária foi corroborada pelo componente de preços pagos do ISM da indústria de abril, que atingiu o maior nível desde abril de 2022. Na agenda internacional desta semana, o destaque fica para os dados do mercado de trabalho dos Estados Unidos, especialmente o Nonfarm Payroll na sexta-feira. No Brasil, o Copom publicará amanhã a ata da última reunião, que reduziu a taxa Selic para 14,50%. O Morning Call XP também está no YouTube, com participação dos nossos especialistas, ao vivo. Clique aqui e assista à transmissão de hoje! ECONOMIA 1. Navio de guerra americano é atingido por mísseis no Estreito de Ormuz EMPRESAS 1. Vivara (VIVA3) | Monitor de preço de joias da XP #10 2. Distribuição de combustíveis | Dados de volume de março da ANP 3. Petroleiras independentes – prévia do 4T25: a maré virou 4. Banco Mercantil (BMEB4) | Uma franquia resiliente e de alto ROE 5. Irani (RANI3) | Resultados mais fracos em meio a volumes (temporariamente) menores de papel 6. Bancos: INSS em pausa – pressão no curto prazo, racionalidade no longo prazo ESTRATÉGIA 1. Raio-XP – Revisando nosso valor justo do Ibovespa para o fim de 2026 para 205 mil pontos RENDA FIXA: 1. De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa ALOCAÇÃO E FUNDOS 1. Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias 2. ETFs: confira as principais notícias dos índices e movimentos setoriais ESG 1. Governo vai elevar mistura de etanol na gasolina (B32) e de biodiesel no diesel (B16) essa semana, diz Lula | Café com ESG, 04/05 2. Brasil avança plano de transição energética; Conferência de Santa Marta debate combustíveis fósseis | Brunch com ESG
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