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IbovespaO Ibovespa encerrou o pregão de terça-feira em alta de 0,6%, aos 186.754 pontos, em linha com os mercados globais e com 55 dos 79 papéis do índice encerrando em território positivo.
Ambev (ABEV3, +15,3%) foi o grande destaque do dia, após reportar volumes de cerveja no Brasil acima do esperado no 1T26. Braskem (BRKM5, -2,0%) recuou em um pregão no qual o mercado aguardava os resultados do 1T26 da companhia.
Para hoje, destaque para a temporada de resultados no Brasil, com TIM, Bradesco, Minerva, Rede D’Or e Axia Energia.
Renda FixaOs juros futuros recuaram nesta terça-feira, com Treasuries e DIs reagindo à correção do petróleo e ao alívio parcial nas tensões entre EUA e Irã, enquanto a ata mais cautelosa do Copom ajudou a consolidar o movimento local. Nos EUA, a T‑Note de 2 anos encerrou em 3,94% (‑1 bp), a T‑Note de 10 anos em 4,42% (‑2 bps) e o T‑Bond de 30 anos em 4,99% (‑3 bps). No Brasil, a curva de DIs fechou com inclinação: o DI jan/27 fechou em 14,15% (‑6 bps), o DI jan/29 em 13,71% (‑15 bps) e o DI jan/31 em 13,76% (‑12 bps). Mercados globaisNesta quarta-feira, os futuros nos EUA operam em forte alta (S&P 500: +0,8%; Nasdaq 100: +1,3%), impulsionados pelo aumento das expectativas de um acordo entre EUA e Irã. O movimento ocorre após mais uma sessão positiva, na qual o S&P 500 (+0,8%) e o Nasdaq (+1,0%) renovaram máximas históricas, sustentados por resultados sólidos e pela temática de IA. No geopolítico, o destaque é a pausa no “Project Freedom”, iniciativa americana no Estreito de Ormuz, sinalizando avanço nas negociações e contribuindo para a queda do petróleo. No corporativo, o grande destaque é AMD (+16% no after), após guidance forte para o próximo trimestre, reforçando o momentum do setor de semicondutores como driver do mercado. Na Europa, as bolsas operam em forte alta (Stoxx 600: +2,1%), acompanhando o alívio no risco geopolítico e a melhora do sentimento global. O movimento reflete a percepção de descompressão nas tensões no Oriente Médio, ainda que o cenário permaneça frágil. No corporativo, HSBC seguiu sob pressão após leve frustração no resultado. O pano de fundo segue sendo a sensibilidade da região ao preço de energia e ao risco de disrupções comerciais. Na China, os mercados fecharam em alta (CSI 300: +1,5%; HSI: +1,2%), refletindo o alívio global, enquanto o Japão permaneceu fechado. No restante da Ásia, o tom foi amplamente positivo, com forte rally liderado pela Coreia do Sul: o Kospi (+6,5%) renovou máximas históricas, impulsionado por tecnologia e semicondutores, com Samsung Electronics (+14%) atingindo novo recorde de valor de mercado. IFIXO Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerrou o pregão desta terça‑feira em queda de 0,33%, aos 3.890,75 pontos, oscilando próximo às mínimas do dia ao longo de toda a sessão. O mercado de FIIs segue pressionado pela deterioração do apetite por risco, com o índice acumulando retração de 1,00% no mês de maio após apenas dois pregões. O movimento negativo foi disseminado entre os segmentos. Os Fundos de Recebíveis recuaram 0,44%. Os FIIs de Tijolo caíram 0,25%, com Lajes Corporativas apresentando a maior pressão, ao registrar queda de 0,62%, enquanto Ativos Logísticos resistiram melhor, com recuo de 0,06%, e Shoppings cederam 0,23%. Os fundos Híbridos recuaram 0,60%, os Fundos de Fundos caíram 0,50% e os Multiestratégia registraram baixa de 0,31%. Na ponta positiva, o TRBL11 liderou as altas, com valorização expressiva de 9,5%, seguido por URPR11 (+2,7%) e RZTR11 (+2,3%). Entre as maiores quedas, o CACR11 registrou novo recuo de 11,5%, dando continuidade à forte desvalorização observada no pregão anterior, quando o fundo havia caído 42,2% após anunciar a suspensão do pagamento de dividendos referentes ao mês de abril. KORE11 e TGAR11 recuaram 2,0% cada. EconomiaO presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou ontem à noite a pausa temporária do “Projeto Liberdade” — operação militar americana para escoltar navios através do Estreito de Ormuz —, citando “grande progresso” nas negociações rumo a um acordo final com o Irã. O preço do petróleo Brent reagiu positivamente à notícia e recua cerca de 8% nesta manhã. No Brasil, o Banco Central divulgou ontem a ata da reunião do Copom de 28 e 29 de abril, na qual o Comitê reduziu a taxa Selic em 0,25 p.p., para 14,50%. O documento avalia que a política monetária contracionista está contribuindo para uma desaceleração da atividade econômica, o que permite a continuidade do ciclo de flexibilização, apesar do atual choque inflacionário. Em nossa leitura, o plano de voo do Copom ainda contempla cortes adicionais à frente. Na agenda internacional de hoje, destaque para o relatório ADP de emprego nos Estados Unidos referente a abril, que antecede o Nonfarm Payroll (a ser divulgado na sexta-feira). No Brasil, não há indicadores econômicos relevantes na agenda de hoje. O Morning Call XP também está no YouTube, com participação dos nossos especialistas, ao vivo. Clique aqui e assista à transmissão de hoje! ECONOMIA 1. Trump pausa “Projeto Liberdade” no Estreito de Ormuz e sinaliza progresso em acordo com o Irã EMPRESAS 1. LOG CP (LOGG3): Redução da alavancagem financeira impulsionada pela venda de ativos 2. WEG (WEGE3): Caminhando em uma corda bamba 3. HGBS11 conclui a aquisição de participação em Trophy Asset 4. Allos (ALOS3): Transação pequena, mas geradora de valor para a Allos 5. Vulcabras (VULC3): Resultados sólidos e em linha no 1T; margem bruta em ponto de inflexão com FCF positivo 6. C&A (CEAB3): Um 1T melhor e sólido; margem bruta de vestuário em destaque 7. RD Saúde (RADL3): 1T forte; cumprindo todos os requisitos: MSSS, rentabilidade e FCF positivo 8. Copel (CPLE3) | Resultados 1T26: Em Linha com o Esperado RENDA FIXA: 1. De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa ALOCAÇÃO E FUNDOS 1. Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias 2.Carteira Recomendada XP FIIs – Carteira Viva de Renda com FIIs – Maio/26 3. ETFs: confira as principais notícias dos índices e movimentos setoriais ESG 1. Câmara dos Deputados vota hoje PL que cria Política Nacional de Minerais Críticos | Café com ESG, 06/05
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