Com o aparente fim das dos confrontos no Oriente Médio e das escaramuças em Ormuz, mesmo que seja um desfecho temporário da guerra, o mercado sorri à toa e abraça a fase boa, quase como descarrego. “Bolsas sobem com bom humor global”, dizem os analistas. “Não tá pra brincadeira. Nesse ritmo, o pregão de amanhã vai ser puro stand up do bom, pra gente rir muito, na maior festa”, observa outro, já antevendo outro dia de “altas firmes”. O cenário ainda não é pra despachar piadas, mas é o que temos pra hoje, com o Ibov escalando recordes e Nova York empolgada com a serotonina do alívio. Se tem prazo de validade, a gente não sabe. Melhor aproveitar a onda, antes que o estranhamento geopolítico volte a descambar pro caos. No meio disso tudo o dólar murcha: essa alegria vai até quando mesmo? E o petróleo vai deixar de subir às nuvens? Saímos a campo para averiguar essa e outras questões nada humorísticas. Por enquanto é relaxar nesse estado quase de graça. Pois não!
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Dólar descendo ladeira, podendo se esborrachar até o patamar de R$ 5. Esse nível volta ao radar e especialistas, que não descartam continuidade do bom momento do real no curto prazo. “Já pode comprar a rodo e garantir aquela viagem à Micronésia e Palau?” Espia aqui, viajante. |
Ainda não tem respiro, mas a gente proporciona ar fresco às suas finanças. Alta da commodity pressiona inflação global, mantém juros elevados e reposiciona estratégias de investimento. Há vida além do barril a US$ 100.
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A carne não é fraca, e nem uma fria: MBRF é a empresa que deve sofrer maior impacto. Em março, exportação de frango para região caiu. Dê uma ciscada pra entender.
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Como assim? Eu hein. aumento de gastos públicos voltados à distribuição de dinheiro pode reduzir a capacidade de financiar setores produtivos, impactando a geração de empregos. Aí tem. Fabrizio Gueratto explica esse impasse.
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Banco espera que o mercado passe a prever juros futuros mais baixos e considera uma boa oportunidade de investimento em ativos prefixados brasileiros. Tô dentro! Partiu exposição.
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Enviado por Estadão - E-Investidor
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