🔥 Esquenta dos Mercados Aos trancos e barrancos, o Ibovespa segue resiliente diante da guerra no Oriente Médio, que derruba as bolsas no mundo todo. O principal índice de ações da bolsa fechou o pregão da véspera em alta de 0,35%, aos 180.270,62 pontos.
A semana foi marcada por decisões de juros nas principais economias e por novas dúvidas sobre o rumo das taxas. Nos EUA, o mercado zerou as apostas em cortes e agora uma nova alta entra no radar. No Brasil, o cenário também segue cercado de incertezas.
Ontem (19), o conflito elevou o temor de um choque de energia e reacendeu as preocupações com a inflação global. O petróleo chegou a tocar US$ 119 por barril, intensificando a aversão ao risco e provocando uma onda de vendas em diversas classes de ativos.
Já na manhã desta sexta-feira (20), o mercado ensaiou um respiro. Os preços da
commodity seguem com alta, mas com menor intensidade e longe dos picos recentes: os contratos futuros do Brent, referência internacional, giram em torno de US$ 110 por barril, com avanço de cerca de 2% no dia.
O movimento veio após o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, afirmar que Washington pode flexibilizar sanções sobre o petróleo iraniano armazenado em navios-tanque, em uma tentativa de conter os custos de energia.
Mesmo assim, as bolsas da Ásia fecharam majoritariamente em baixa hoje, refletindo a maior aversão a risco diante do cenário geopolítico. Na Europa, as bolsas abriram o dia em alta. Os futuros de Wall Street estão em queda.
Por aqui, a troca de comando no Santander (SANB11) é outro fator que deve movimentar o dia. O banco confirmou que
Mario Leão deixará a presidência da instituição até julho. Para o seu lugar, o terceiro maior banco privado do país buscou um nome conhecido do mercado: Gilson Finkelsztain, atual CEO da B3.