Morning Call | Juros na China e preço do petróleo em foco; veja o que o move os mercados hoje

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20 de março de 2026

Morning Call | Juros na China e preço do petróleo em foco; veja o que o move os mercados hoje

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Ibovespa

O Ibovespa encerrou a quinta-feira em alta de 0,4%, aos 180.270 pontos, recuperando parte das perdas da sessão anterior. O dia foi marcado por volatilidade, com o índice inicialmente pressionado por um movimento global de aversão a risco em meio à alta do petróleo com a escalada das tensões no Oriente Médio, mas revertendo ao longo do pregão e fechando no positivo. No cenário doméstico, o mercado também reagiu à decisão do Banco Central, que optou por um corte de 25 bps na taxa básica de juros.

Hapvida (HAPV3, +15,0%) liderou os ganhos, em um pregão de elevada volatilidade. As ações chegaram a cair cerca de 15% na abertura após a divulgação de resultados do 4T25 abaixo das expectativas do mercado. No entanto, ao longo do dia, o papel reverteu o movimento. Por outro lado, Minerva (BEEF3, -10,7%) foi o principal destaque negativo, após divulgar resultados abaixo do esperado, especialmente em receitas (clique aqui para acessar mais detalhes).



Renda Fixa

Os juros futuros tiveram desempenho misto nesta quinta‑feira. Nos EUA, as Treasuries operaram sem sinal único em meio à volatilidade do petróleo e à cautela dos bancos centrais, com a T‑Note de 2 anos a 3,80% (+2 bps), a de 10 anos a 4,26% (0 bp) e o T‑Bond de 30 anos a 4,84% (‑4 bps). No Brasil, após forte volatilidade intradiária, houve leve alívio no fim do pregão, acompanhando a queda do petróleo, com o DI jan/27 a 14,10% (‑3 bps), o jan/29 a 13,68% (‑1 bp) e o jan/31 a 13,83% (‑3 bps).

Mercados globais

Nesta sexta-feira, os futuros nos EUA operam em queda (S&P 500: -0,6%; Nasdaq 100: -0,9%), caminhando para mais uma semana negativa, fortemente influenciado pela disparada do petróleo em meio à guerra entre EUA e Irã. Hoje, os preços do barril seguem avançando, com Brent subindo (+2,2%) e o WTI praticamente estável (+0,1%), mesmo após sinais de possível abertura do Estreito de Ormuz e comentários mais conciliatórios de líderes globais.


Na Europa, as bolsas operam em alta (Stoxx 600: +0,2%), recuperando parte das perdas da véspera. O movimento é liderado por setores mais cíclicos, como bancos e construção, enquanto energia fica para trás. Bancos centrais europeus mantiveram juros estáveis nesta semana, mas adotaram tom mais cauteloso, destacando que a guerra no Oriente Médio eleva riscos inflacionários e reduz a visibilidade sobre o crescimento.


Na China, os mercados fecharam em queda (HSI: -0,9%; CSI 300: -0,4%), refletindo a persistente aversão a risco global. No restante da Ásia, o Kospi sul-coreano foi exceção, subindo 0,3%, enquanto outros países seguiram pressionados. O pano de fundo continua sendo a guerra no Oriente Médio, com ataques a infraestruturas energéticas, incluindo instalações de gás no Catar, elevando preocupações sobre oferta global.

IFIX

O Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerrou o pregão desta quinta-feira em queda de 0,11%, influenciado pelo ambiente externo mais sensível às tensões entre Estados Unidos e Irã.


Os Fundos de Tijolo apresentaram leve recuo de 0,07%, em um desempenho mais equilibrado entre os segmentos. Enquanto os Fundos de Shoppings avançaram 0,47%, contribuindo positivamente para o grupo, os Fundos de Ativos Logísticos e de Lajes Corporativas registraram quedas de 0,08% e 0,10%, respectivamente. Os Fundos de Recebíveis também tiveram variação negativa, com recuo de 0,10%.


Entre os demais segmentos, o desempenho também foi negativo, com os Fundos Híbridos (-0,15%), Multiestratégia (-0,73%) e FOFs (-0,55%) apresentando queda.


Entre as maiores altas do pregão estiveram PMIS11 (+2,5%), KORE11 (+1,6%) e LIFE11 (+1,5%). No campo negativo, os principais destaques foram OUJP11 (-4,6%), TGAR11 (-2,7%) e URPR11 (-2,2%).

Economia

Os bancos centrais da Europa, Inglaterra e China mantiveram os juros diante do aumento de incertezas no cenário global, devido a escalada do conflito no Oriente Médio e seus impactos nos preços do petróleo e gás natural. Na área comercial, a União Europeia avançou na implementação do acordo firmado com os EUA, abrindo caminho para uma votação final no plenário, etapa necessária antes de o texto seguir aos Estados‑membros. Entretanto, parlamentares europeus incluíram cláusulas condicionando a entrada em vigor do acordo. No Brasil, Lula anunciou Dario Durigan como novo ministro da Fazenda, substituindo Fernando Haddad.



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ECONOMIA

1.Bancos centrais mantêm juros diante de incertezas globais


EMPRESAS

1. Tupy (TUPY3): Resultados pressionados e visibilidade de resultados comprometida; Revisão do 4T25

2. WEG (WEGE3): Oferta e demanda apertadas de transformadores devem persistir por mais tempo

3. Randoncorp (RAPT4) & Frasle Mobility (FRAS3): Aguardando a tempestade passar

4. Boa Safra (SOJA3) | Navegando pelo excesso de sementes de soja

5. Unipar (UNIP6) | Resultados do 4T25: EBITDA abaixo do esperado, fluxo de caixa negativo

6. Melnick (MELK3): Margem bruta acima das expectativas, compensada por receita mais fraca

7. Panvel (PNVL3): 4T em linha; resultados sólidos no varejo e descontinuação do atacado deixa de ser um fator de arrasto

8. Unifique (FIQE3): Resultados sólidos – EBITDA e lucro líquido acima do esperado

9. Brisanet (BRST3): Resultados em linha, com crescimento puxado pelo móvel e pressão contínua sobre o lucro líquido

10. Positivo (POSI3): Rentabilidade acima do esperado compensa receitas ainda fracas

11. Composição por Flexibilidade: O LRCap não decepcionou


RENDA FIXA

1. De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa


ALOCAÇÃO E FUNDOS

1. Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias

2. ETFs: confira as principais notícias dos índices e movimentos setoriais


ESG

1. Tesla em negociações para comprar US$ 2,9 bi em equipamentos solares da China | Café com ESG, 20/03


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Equipe Expert | XP Research

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