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07 de julho de 2026 Morning Call | Bolsas em queda nesta terça; projeções XP em destaque |
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IbovespaO Ibovespa encerrou o pregão de segunda-feira em queda de 0,9%, aos 172.447 pontos, na contramão das bolsas globais, que avançaram em meio a um movimento de rotação para tecnologia e papéis ligados ao tema de inteligência artificial.
Brava energia foi o destaque positivo do dia (BRAV3: +3,3%), apoiada por uma produção média mais forte em junho. Por outro lado, Lojas Renner (LREN3: -4,8%) foi o destaque negativo, em meio a um contexto macro mais pressionado no Brasil.
Renda FixaOs juros futuros encerraram ontem sem direção única. Nos EUA, os rendimentos apresentaram movimentos mistos após o feriado, com a T-note de 2 anos a 4,11% (-6 bps), a T-note de 10 anos a 4,47% (-2 bps) e o T-bond de 30 anos a 4,98% (+11 bps), refletindo a reprecificação das expectativas para a política monetária após dados mais fracos de atividade e emprego, além da queda do petróleo. No Brasil, a curva de DI fechou em viés de baixa, em um pregão de baixa liquidez, favorecidos pela queda do dólar e pela melhora marginal das expectativas de inflação para 2026, com o DI jan/27 a 13,99% (-1 bp), o DI jan/29 a 14,03% (-22 bps) e o DI jan/31 a 14,29% (-8 bps). A curva de NTN-B recuou, com a B29 a 8,50% (vs. 8,60%), a B35 a 8,15% (vs. 8,27%) e a B50 a 7,58% (vs. 7,69%).
Nesta terça-feira, os futuros nos EUA operam em queda (S&P 500: -0,1%; Nasdaq 100: -1,0%). As ações de semicondutores voltam a sofrer forte realização, pressionando empresas como Micron, Nvidia, Broadcom e AMD. Apesar da fraqueza no setor, o Dow Jones renovou sua máxima histórica na sessão anterior, refletindo a rotação para outros segmentos do mercado. No dia, os investidores acompanham a divulgação dos dados da balança comercial dos Estados Unidos. Na Europa (Stoxx 600: estável) o movimento negativo das empresas de chips também pesa sobre os mercados. Na Ásia, o Kospi liderou as perdas (-4,9%), enquanto na China as bolsas também fecharam em queda (CSI 300: -1,0%; HSI: -0,5%). IFIX O Índice de Fundos de Investimento Imobiliário (IFIX) encerrou o pregão de segunda-feira em queda de 0,31%, aos 3.835,01 pontos, em uma sessão marcada por desempenho negativo na maior parte dos segmentos que compõem o índice. Entre os segmentos, os fundos de tijolo recuaram 0,36%, pressionados principalmente pelas perdas em lajes corporativas (-0,91%), shoppings (-0,34%) e ativos logísticos (-0,32%). Os fundos híbridos também registraram queda relevante (-0,61%), enquanto os fundos de recebíveis apresentaram recuo mais moderado (-0,14%). Na contramão, os fundos de fundos avançaram 0,31%, sendo o único segmento a encerrar o dia com ganho mais expressivo. Entre os destaques positivos do pregão, sobressaíram HCTR11 (+4,1%), VRTA11 (+1,8%) e TOPP11 (+1,3%). No campo negativo, as maiores quedas foram registradas por CACR11 (-5,0%), ALZR11 (-2,7%) e HGRE11 (-2,5%). Economia Publicamos esta manhã nosso relatório mensal de cenário “Brasil Macro Mensal: Queda do petróleo reduz, mas não elimina riscos inflacionários”. Mudamos nossa premissa para o preço do petróleo Brent no segundo semestre de US$ 85 para US$ 75 por barril. Isso reduz um pouco as exportações e as receitas fiscais brasileiras. Mas reduz também parte das pressões inflacionárias de curto prazo. Reduz as chances do Fed (banco central dos EUA) elevar juros este ano, e reforça que o Copom reduzirá mais uma vez a Selic em 0,25p.p. antes de uma pausa para avaliação. E nos permitiu reduzir um pouco a projeção da inflação do IPCA deste ano de 5,5% para 5,2%. Dito isso, outras pressões inflacionárias continuam, como a alta global dos insumos de tecnologia, os efeitos do fenômeno climático El Niño e a demanda interna turbinada por estímulos fiscais e parafiscais. O restante do mercado também está ajustando para baixo a projeção de IPCA este ano, como aponta a pesquisa Focus. Mas para 2027 as expectativas se mantêm próximo a 4,2%. No exterior, o ISM de Serviços dos Estados Unidos recuou para 54,0 pontos em junho, ante 54,5 em maio, mas seguiu em expansão pelo 24º mês consecutivo, com o índice de emprego voltando a crescer e o indicador de preços pagos cedendo à mínima em quatro meses. Na agenda de hoje, destaque para a balança comercial de maio nos Estados Unidos e, no Brasil, para o IGP-DI de junho e os dados de produção e vendas de veículos da Anfavea. O Morning Call XP também está no YouTube, com participação dos nossos especialistas, ao vivo. Clique aqui e assista à transmissão de hoje! ECONOMIA 1. Revisamos nossa projeção do IPCA de 2026 para 5,2% após queda do petróleo, mas mantemos cautela com a Selic EMPRESAS 1. Mineração e Siderurgia: Ruído de política sustenta preços em meio à demanda sazonalmente fraca em Jun’26 2. Bens de Capital: Demanda de GTD emergindo além dos destinos tradicionais 3. Telecom: Data Expert | Monitor Anatel – Maio 2026 5. Setor de saúde acelera em maio e Bradesco lidera: Dados de beneficiários de planos de saúde de Maio/26
ALOCAÇÃO E FUNDOS 1. Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
1. Agenda verde impulsiona investimento estrangeiro no Brasil | Café com ESG, 07/07
Conte conosco e bons investimentos, Equipe Expert | XP Research |
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