
Há um encanto que o Brasil precisa quebrar neste domingo (5): a
Noruega é a única seleção que jamais perdeu para a
Seleção Brasileira. E, se os europeus protagonizam uma campanha interessante em 2026, ela se deve em certa medida ao desempenho – e ao carisma – de
Erling Haaland.
Haaland é incontornável. E nem estamos falando de seus 1,95m de altura. Tampouco da vocação, que garantiu cinco gols para a seleção norueguesa nesta
Copa do Mundo. Aos 25 anos, o camisa 9 é um dos rostos mais conhecidos da competição, despertando fama, contratos e memes para muito além dos gramados.
Após rodar anúncios para a
Visa e para a
Budweiser, o atacante estrelou a campanha de verão da
Nike ao lado de ícones improváveis como
Kim Kardashian e
Young Miko.
Mais improvável ainda é a popularidade na
China, onde sua expressividade e veia cômica lhe renderam quase 1 bilhão de menções na rede social Xiaohongshu/RedNote, apenas nos primeiros 10 dias de Copa. A sinergia com o fandom chinês, aliás, talvez apareça melhor na campanha realizada para a marca de chás
Walovi, na qual o viking fala mandarim e cospe fogo.
Se o assunto é humor quebrado de internet, porém, o Brasil tem que entrar na conversa: na última semana, Haaland virou meme por aqui, quando fãs editaram uma cena de
As Branquelas com ele e
Vini Jr. no lugar dos protagonistas usando Inteligência Artificial. Entrando na brincadeira, o atleta marcou Vini e pediu para recriarem o momento.
É claro que, na partida deste fim de semana, não tem espaço para meme:
Haaland é um adversário que desperta respeito. Em campo, seus números são avassaladores – que o diga sua terceira Chuteira de Ouro consecutiva pela
Premier League conquistada há algumas semanas. Com certa humildade, ele declarou na última semana que as chances norueguesas frente ao Brasil são "pequenas". Mas o desafio é formidável:
a hora de parar o viking é essa.