Socorro. Pressão total, vindo de todos os lados: tarifaço, guerra, bolsas no mundo todo em queda, Vale em baixa, “investidores reduzindo posições antes do feriado”. Faltou alguma coisa? Passou uma carreta desgovernada de má notícias faltando algumas horas para a folga da quinta. Atropelado, a Bolsa foi à lona, rolou, se espatifou, beijou o asfalto e levou um capote épico. O estado é quase estável, com algumas lesões. Quase não deu pra anotar a placa num pregão de trombadas e macetadas sem dó. Temos um dia para a recuperação, em ótima hora. Na verdade, hoje, só sexta ou, se bobear, apenas na segunda mesmo, porque, olha, tem gente que nem viu a cor dos painéis da B3 - vermelhíssimos. Enquanto o mundo caía, fomos dar um rolê não aleatório e menos arriscado por endereços mais serenos, na renda fixa, nos dividendos, nas carteiras de junho - sim, vai ter mais junho. Respira fundo, pensa na redenção de amanhã e vá pela sombra, de leve, sem traumas.
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Mas sem pular da janela, por favor. Investidor qualificado deixa para trás discurso de “proteção” para capturar juros reais historicamente elevados; veja como compor a carteira com pós-fixados, crédito privado e FIDCs. Tô dentro, me chama que eu vou. |
Queremos ajuda e olha aí uma alternativa. Plataforma usa inteligência artificial para ampliar escala do atendimento financeiro com apoio do Grupo Avin, ligado ao BTG. IA, dá uma força que já nem consigo raciocinar, eu hein. |
Agora vai, agora sim! Sem considerar a Petrobras, as empresas da Bolsa distribuíram mais recursos aos acionistas do que durante todo o mandato presidencial anterior. Einar mostra o caminho do bem e da grana boa - que continua jorrando bonito, apesar do petróleo, de Ormuz, do Trump, do Rubio e, enfim, mudemos de assunto. |
Tá sem clima mesmo. Analistas não enxergam retirada de capital como sinal de desinteresse do estrangeiro com o Brasil, mas sim uma migração para papéis de tecnologia. Vai melhorar! |
Essa foi a capotada de maio. Sobrevivemos. Conflito no Oriente Médio, inflação mais alta e fuga de capital estrangeiro mudam o jogo; bancos, elétricas e dividendos ganham espaço nas recomendações de junho. Recomendação pra agora: camomila, caminha, cobertor, filme - ah, vai pro bar? Bom, é uma ideia. Use então a cautela global, esse artigo bem requisitado nos últimos meses. |
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Enviado por Estadão - E-Investidor
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