“Cadê, vocês, gringos, tão indo pra onde, fiquem mais um pouco, vai um cafezinho?” Analistas comentam o perdido do fluxo estrangeiro em maio, depois da queda de 7% do Ibov: “Capital gringo perdeu força em maio.” E assim, com essa saída à francesa, a Bolsa não tá se achando, cada vez mais longe das máximas, próxima não do fundo do poço, mas de uma estagnação lateral - lenta e com fôlego prejudicado. As encrencas geopolíticas não vêm ajudando muito - e hoje, com o petróleo espichado e os estreitos fechando o cerco na oferta, inflação na mira, imagina só: deu ruim, deu péssimo. Não tem fluxo estrangeiro que dê conta desse quadro sombrio. Tem nem como arrumar a casa, que fica nessa bagunça doida. Isso dura até quando? Consultamos oráculos e temos respostas - muito além do “depende da guerra”. Fica tranquilo que tem jogo - vai ter Bolsa subindo, vai ter Copa, vai ter mundo e, principalmente, grana de portfólios. Segunda-feira é tenso, mas, além disso tudo, vai ter feriado. Melhor agora?
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Gringo dando perdido? Vai lá. Deem uma volta. Enquanto isso, a gente se vira - e bem. Dalton Gardimam avalia que saída de capital estrangeiro reduziu o apetite por risco, mas abriu oportunidades para investidores de longo prazo. Tá vendo? Segue o baile. |
Buffett, não, sem criticar o mestre por favor. Ferramentas de inteligência artificial ajudam a analisar carteiras, reduzir impostos e automatizar decisões financeiras; conheça o que está disponível no mercado. Uma ajudinha vai muito bem. |
E essa ideia fixa, E-Investidor? É a vida. Com saída de capital gringo, indefinição sobre a guerra no Oriente Médio e avanço da pauta das eleições presidenciais, analistas projetam um junho mais volátil para Ibovespa e dólar. Pode vir quente que a gente vai ferver e evaporar o pessimismo. |
Marcela Rocha assumiu a missão de traduzir as muitas incertezas do cenário macro global para a grande base de clientes da corretora. Certeza: dinheiros no bolso, sim.
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Tá chegando a hora. Mas… Pesquisas mostram desânimo da população com o torneio; ainda assim, instituições financeiras adotam estratégias para fidelizar clientes. Depois da goleada de ontem no Panamá, agora vai. Torcida vê horizonte relevante até com o time reserva. Bola pra frente. |
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Enviado por Estadão - E-Investidor
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