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🔥 Esquenta dos Mercados
O acordo entre os Estados Unidos e o Irã finalmente saiu do papel. Ontem, o presidente norte-americano, Donald Trump, assinou um acordo de paz com o governo persa.
O tratado determina que Teerã dilua seu estoque de urânio altamente enriquecido. Além disso, foi estabelecida a reabertura do Estreito de Ormuz, que passa a ficar livre de pedágios por dois meses. No entanto, o Irã poderá estabelecer taxas no futuro.
Em contrapartida, a Casa Branca aliviará as sanções contra o país, que ficará livre para retornar ao mercado global de petróleo, em uma grande concessão de Washington.
A normalização gradual dos fluxos da commodity pressionam os preços do combustível nesta manhã. Em meio à expectativa de uma maior oferta de petróleo, os contratos futuros do Brent chegaram a cair mais de 2% nesta quinta-feira.
Na Ásia, o anúncio não foi suficiente para animar as bolsas da região, que fecharam o pregão de hoje sem uma direção única. Isso porque os investidores reagiram à sinalização do Federal Reserve (Fed, banco central norte-americano) de que os juros podem voltar a subir antes do fim do ano nos Estados Unidos.
Os mercados europeus também amanhecem de lado. Por lá, os holofotes se voltam para a decisão do Banco da Inglaterra (BoE) sobre os juros.
Já em Wall Street, os índices futuros de Nova York indicam um dia de ganhos na região, na expectativa da divulgação da pesquisa semanal sobre pedidos de auxílio-desemprego.
Por aqui, o Ibovespa vai tentar se recuperar após fechar em queda pelo quarto pregão seguido. Ontem, o principal índice da B3 encerrou o dia com perdas de 0,70%, aos 168.454 pontos.
Hoje, os investidores locais também estarão de olho no Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) de junho.
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