Que o Ancelotti, às voltas com a convocação do time para a Copa não nos ouça, nem nos leia. Mas as recentes trombadas da Bolsa tornaram o “tom defensivo” quase como palavra de ordem, um cauteloso esquema tático. Nem sempre dá certo. Hoje, por exemplo, teve surpresa nessa caixinha futebolística. Até o começo da tarde o esquema do empate vinha bem, numa estabilidade confortável - mas lá pelas 15h foi caindo, derretendo. “Virou baile”, diria o Galvão. O índice da B3 ficou perdidão, batendo cabeça, com a notícia sobre um áudio vazado de Flávio Bolsonaro. O tumulto político fez a Bolsa chegar quase num aflitivo 7 a 1, uma goleada doída. O câmbio, que andava de lado, também levou bola nas costas. Aí, não, torcida brasileira. O mercado tomou mais um daqueles chocolates que fazem os torcedores saírem do estádio antes do fim do jogo, com gosto amargo do apetite ao risco. Saindo das quatro linhas, fomos conferir esportes não traiçoeiros, o que inclui renda fixa privada, multifamily office e Pix. Isso sim é que futebol arte.
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A gente tá de olho, nada sai “do radar”. Fomos saborear o São Paulo Innovation Week. Especialistas discutem, por exemplo, os impactos da liquidez infinita no sistema financeiro, com avanços em Pix, Open Finance, IA e blockchain pressionando bancos a se adaptar. Os bastidores da notícia, os desafios da reportagem. Seu bolso só vibra. |
Queremos Pix caindo no colo com portfólio rendendo muito. No São Paulo Innovation Week, Danielle Teixeira defendeu que inovações só ganham escala quando "trilema" avança de forma coordenada. Trilema: temos tradução simultânea, sim, claro. 👇 |
Einar, decifra este mapa da mina. “Pois não.” Avanço da renda fixa privada amplia oportunidades, mas expõe investidores a riscos estruturais e assimetrias em casos de crise. Craque, com a categoria habitual, ele mostra o caminho da grana. |
Apesar do baile de hoje, e mesmo com a guerra explodindo tudo, tem jeito sim. Todas as alterações no índice serão implementadas a partir do fechamento de 29 de maio de 2026. Vai pro ataque, Ibov. |
Eita, e esse número, hein? Com R$ 12 bilhões sob gestão, o escritório credenciado à XP contratou três funcionários dedicados à operação, que terá uma estrutura separada do restante do grupo. Desenrolamos essa história, família! |
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Enviado por Estadão - E-Investidor
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