Investidor,
Fiz questão de pedir o espaço aqui hoje para trazer até você um vídeo muito importante que eu acabei de gravar. E por um motivo muito simples: a Receita Federal já não opera mais no mesmo nível de alguns anos atrás.
Ela investiu em infraestrutura, tecnologia e tem um supercomputador capaz de cruzar dados em milésimos de segundos com ajuda da inteligência artificial.
Mais do que nunca, todo cuidado é pouco. O ambiente da fiscalização ficou mais rápido, mais tecnológico e menos tolerante ao improviso do contribuinte.
Para você ter uma ideia, em 2025 quase 4 milhões de declarações ficaram retidas na malha fina. Isso é mais que o dobro do volume do ano anterior.
E anote aí: a tendência é que esse número aumente ainda mais neste ano.
Isso muda o jogo para quem tem imóveis, rendimentos, herança, dividendos, holding, saída fiscal ou qualquer situação patrimonial um pouco mais complexa.
Quando a Receita identifica inconsistências, o custo pode ser alto:
⚠️ Multa de até 150% em casos de sonegação intencional
⚠️ Juros de mora calculados pela Selic
⚠️ Meses — ou até anos — resolvendo pendências
⚠️ Restrições de crédito até a regularização
Sou Maria Carolina Gontijo, advogada tributarista e colunista aqui no Estadão, também conhecida como Duquesa de Tax.
Meu trabalho é justamente levar mais clareza a decisões tributárias que impactam patrimônio, renda e planejamento — como neste vídeo que preparei para você.
Nele, eu explico o que mudou, por que isso exige outro nível de atenção e como você pode tomar decisões com mais segurança antes de entrar no radar do supercomputador da Receita Federal.