19 de março de 2026 |
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Decisões sobre taxas de juros pelo mundo concentraram as atenções do mercado nesta semana. O Copom reduziu a Selic em 0,25 p.p., para 14,75% a.a., e a calibragem monetária à frente pode acabar sendo menos intensa do que atualmente esperamos (link). O conflito no Oriente Médio continua, e fizemos uma transmissão ao vivo com o professor Gunther Rudzit para falar sobre os últimos desdobramentos geopolíticos (link). Após o choque recente de petróleo e seus impactos sobre as expectativas de inflação e as taxas de juros, atualizamos o monitor quantitativo de regimes macro no Brasil. Nosso modelo segue indicando que o regime atual é de "baixa inflação, juros em queda", historicamente o melhor para ativos de risco, como ações. No entanto, vemos o risco de que o próximo regime migre para "baixa inflação, juros em alta" ou "inflação alta, juros em queda". O que isso significa para seus investimentos (link)? Acompanhe tudo nesta edição da Expert Drops. Toda semana, trazemos recomendações e análises na medida certa para você investir melhor. Conte conosco e até a semana que vem!
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DESTAQUES
Copom reduz a taxa de juros brasileira
O comunicado pós-reunião foi mais brando (dovish), em nossa avaliação. A projeção de inflação do Copom praticamente não se alterou, mesmo após um choque relevante nos preços de petróleo. Além disso, o Copom mencionou que eventos recentes intensificaram os riscos para os cenários de inflação "tanto de alta quanto de baixa". A nota afirmou ainda que a evolução do cenário pode criar "condições para que ajustes no ritmo dessa calibração [da taxa de juros], à luz de novas informações, sejam possíveis". Isso sugere, em nossa visão, que o plano de voo do Copom contempla cortes da taxa Selic de 0,25 p.p. ou mais nas próximas reuniões.
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Atual regime macroeconômico no Brasil está prestes a mudar?
Historicamente, o melhor regime para o Ibovespa é o atual (baixa inflação, juros em queda), seguido pelo regime de "inflação em queda, juros em alta". O pior regime, do ponto de vista histórico, é o de "inflação em alta, juros em alta". Apresentamos os patamares de quando e em que níveis de juros e inflação pode ocorrer a mudança de regime. A liderança setorial e de fatores também varia em cada regime, sendo que mineração & siderurgia e bancos têm desempenho mais consistente ao longo dos diferentes regimes macro. Veja detalhes no relatório completo.
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Óleo e gás: novas variáveis na conta
As últimas duas semanas foram bastante agitadas para o setor de petróleo e gás, para dizer o mínimo. Desde que EUA e Israel lançaram uma série de ataques aéreos contra o Irã, os preços do Brent dispararam para mais de US$ 100/bbl. O aumento dos custos da energia levou governos de todo o mundo a tomar medidas para tentar mitigar os efeitos inflacionários sobre suas economias. No Brasil, por exemplo, o governo anunciou na última quinta-feira (12) uma tarifa de 12% sobre as exportações de petróleo, subsídios ao diesel e outras. Quais os efeitos disso? Saiba no relatório completo.
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XP Global Conference 2026: como investir lá fora
Miami, nos Estados Unidos, sediou nesta semana a XP Global Conference 2026. Foram três dias de evento com lideranças, gestores e parceiros para discutir a internacionalização dos investimentos dos clientes XP. Na segunda-feira (16), grandes nomes da indústria de fundos, da economia e da geopolítica subiram ao palco para falar sobre IA, setores promissores, princípios para a construção de uma carteira vencedora e mais. Confira a cobertura completa.
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VEJA TAMBÉM
Tensões geopolíticas em voga
A escalada do conflito entre Estados Unidos e Irã pressionou os preços do petróleo e intensificou a incerteza global. O ambiente mais incerto deve levar os bancos centrais a adotar uma postura mais cautelosa adiante. Saiba mais no "Como andam nossos vizinhos", seu relatório mensal de economia global e da América Latina.
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Por que LREN3 é nossa preferência no setor de varejo?
Temos recebido resistência de investidores em relação à nossa preferência por Lojas Renner dentro do setor. Listamos os argumentos que sustentam nossa visão, entre eles as dinâmicas de margem surpreendentes e sustentáveis. A margem bruta do varejo atingiu 56,1% no ano (+0,7 p.p.), aproximando-se dos níveis máximos de 2019. Acreditamos que este foi um dos principais destaques do 4º trimestre de 2025, com a gestão indicando espaço para novos ganhos.
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Contratos imobiliários: estruturas, riscos e aplicações
Você conhece as estruturas contratuais do mercado imobiliário? Ao entender como cada tipo de contrato distribui riscos, organiza responsabilidades e influencia a previsibilidade dos fluxos de caixa, torna se possível interpretar melhor o comportamento dos ativos, avaliar fundamentos e compreender como essas estruturas moldam o desempenho dos portfólios imobiliários ao longo do tempo.
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APRENDA A INVESTIR
Imposto de Renda 2026? A Receita Federal divulgou no dia 16 de março as novas regras do IRPF 2026, referente aos rendimentos do ano-calendário de 2025. Para este ano, o contribuinte pessoa física contará com algumas novidades. Uma das principais mudanças é a declaração de rendimento para ganhos com apostas de cota fixa, as chamadas bets. Saiba quem precisa declarar e as novas regras aqui. Seleção faz a diferença ao investir? A performance de uma carteira no longo prazo costuma ser atribuída ao cenário macroeconômico ou à alocação entre classes de ativos. Porém, há um elemento igualmente decisivo que muitas vezes passa despercebido: a qualidade da seleção dentro de cada classe. Comparamos, ao longo de dez anos, diferentes abordagens de seleção, desde a estratégia "ideal" até comportamentos típicos observados entre investidores. Confira como escolhas específicas podem ampliar ou comprometer resultados aqui.
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