🔥 Esquenta dos Mercados A quarta-feira (11) começa com os mercados novamente olhando para o Oriente Médio, onde a guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã segue ditando o ritmo do humor global — e, mais uma vez, mexendo com o preço do petróleo.
O Irã intensificou sua ofensiva ao atacar navios comerciais no Golfo Pérsico e lançar drones que atingiram áreas próximas ao Aeroporto Internacional de Dubai. Ao mesmo tempo, o país voltou a interromper o tráfego no Estreito de Ormuz, rota por onde passa cerca de um quinto de toda a
commodity no mundo.
A reação veio do outro lado. Os EUA ampliaram os ataques, enquanto Israel voltou a bombardear Teerã, em uma das ofensivas mais intensas desde o início do conflito.
O petróleo voltou a subir nesta manhã e chegou a avançar cerca de 5%, depois de ter despencado mais de 11% na véspera, quando surgiram relatos de que alguns navios haviam conseguido atravessar o estreito.
Nos mercados financeiros, o clima segue misto. As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em alta, enquanto as europeias e os índices futuros de Wall Street voltam a cair, refletindo a cautela dos investidores.
No Brasil, o dia também promete movimentação. Entre os indicadores, saem os dados de vendas do varejo e uma nova pesquisa Genial/Quaest sobre avaliação do governo e cenário eleitoral.
Nos EUA, as atenções se voltam para o CPI, indicador de inflação do país, além de um discurso do presidente Donald Trump sobre a economia.
Do lado de cá, a agenda das empresas também está cheia. Divulgam balanços hoje Brava Energia, Méliuz, Vibra, Cogna, SLC Agrícola, Smart Fit, Espaçolaser, Azzas 2154, Braskem, CSN, CSN Mineração, Moura Dubeux, Casas Bahia e Yduqs.
Ainda no noticiário corporativo, a noite passada trouxe uma surpresa:
a Raízen (RAIZ4), joint venture entre Cosan e Shell, entrou com pedido de recuperação extrajudicial envolvendo cerca de R$ 65 bilhões em dívidas.