E a gente achando que o (último) rolo das tarifas era o episódio mais acachapante do ano. Saudade até do vaivém das alíquotas. Bombas, mísseis, ofensivas, instalações nucleares, fechamento de estreitos na rota do petróleo ficam agora no "nosso radar" - se piorar, estraga. Março promete. E o Índice do medo como é que precifica o fim do mundo mesmo? Diante da guerra no Oriente Médio, o termômetro das bolsas saiu do esconderijo em que estava desde o início do ano e dispara mais alto que drone sobrevoando as nuvens. Mas já vimos o Vix em estado de alerta maiores ou não? Provavelmente ele próprio já deve estar procurando um bunker mais seguro pra ficar, enquanto a cotação do petróleo sobrevoa a estratosfera e as bolsas, bom, elas tentam sobreviver enquanto dá. Se tudo der certo, a gente se ferra, diz um analista não muito otimista. Haverá 2026 e 2027, prometem economistas. A coisa tá feia, mas temos orientações e um retrato do estrago no mercado - além de outros temas não tão balísticos, o que inclui ações da Bolsa. Segura esse rojão aí.
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