"Queria o quê? Recorde todo o dia agora?", questionam os analistas. Calma para quem está mal acostumado. Depois das máximas, vêm a falta de energia, a "correção", "a devolução dos ganhos", a distração e, talvez, até a preguiça. Como o dono de celular que esqueceu o carregador em casa e não conseguiu substituto, a Bolsa penou hoje, sem energia, maior pilha fraca. Nem a pesquisa eleitoral, que mostrou avanço de Flávio Bolsonaro, o preferido do mercado para a presidência, deu conta de tirar o Ibovespa do movimento lateral, trôpego, devagar e quase parando. Nem o "sentimento construtivo dos investidores gringos", com os principais índices lá fora em alta em clima de "trégua das incertezas". Tem nada, não. Recarregamos o dia com a repercussão do balanço da (nossa, justo uma elétrica) ISA Energia, ETFs e imposto sobre herança. Se liga!
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