"Não tente ser uma pessoa de sucesso. Em vez disso, seja uma pessoa de valor
Albert Einstein, físico
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Petrobras (PETR4) lidera ranking de dividendos em julho. Leia aqui.
Petróleo perde 3,8%, com preocupações com China e aumento da oferta da Líbia. Confira.
TIM (TIMS3) apresenta proposta de roaming para Anatel. Entenda.
Centauro (SBFG3): lucro líquido sobe 31% no 2T22 para R$ 31,6 milhões. Veja.
Weg (WEGE3) vai à Europa com compra na Itália; BTG vê bom potencial de valorização. Saiba mais.
EMPRESAS
Petrobras (PETR4) lidera ranking de dividendos em julho
Foto: Agência Brasil
A Petrobras (PETR4) lidera o ranking de dividendos do Ibovespa no mês de julho, com um dividend yield (DY) de 5,24% para os papéis preferenciais. As ações ordinárias da Petrobras, negociadas sob o ticker PETR3, pagaram 4,8% de DY, ou R$ 1,85 por ação como dividendos. A Petrobras já tinha figurado como a maior pagadora de dividendos da bolsa no acumulado dos primeiros seis meses de 2022, em termos absolutos.
Além disso, segundo dados do Status Invest, são 34,4% de DY nos últimos 12 meses. Ou seja, cada acionista da Petrobras recebeu, na média, R$ 11,54 por ação – mais do que um terço da cotação atual, na casa dos R$ 33.
Proventos atrativos. Há meses a companhia tem sido apontada como a 'galinha dos ovos de ouro' por analistas justamente por causa dos proventos altos e da distribuição dos seus lucros que, em 2022, superaram os resultados do ano anterior. Anteriormente, em maio, em um só pagamento, a estatal chegou a distribuir R$ 2,86 por ação preferencial, elevando o DY dos papéis.
"Embora ninguém possa voltar atrás e começar tudo de novo, qualquer um pode ter um ótimo final" – Carl Bard
Nesta terça-feira (2), o sentimento do mercado em relação às tensões geopolíticas decorrentes da visita da presidente da Câmara dos EUA, Nancy Pelosi, a Taiwan, fez com que os índices futuros de Nova York e bolsas europeias operassem em baixa durante o início do dia. Taiwan é uma ilha democrática e independente há várias décadas, mas no passado foi parte da China e o gigante asiático vê ela atualmente como uma província fugitiva, pelo que ameaçou nos últimos anos com tomar pela força o controle da ilha. Pequim tem se manifestado abertamente sobre sua oposição à viagem de Pelosi.
Por outro lado, investidores aguardam a divulgação de mais resultados corporativos nos EUA durante o dia de hoje, contando com empresas como Starbucks, PayPal, Caterpillar, Advanced Micro Devices e outras.
Por aqui, o foco da agenda está no Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom), que começa sua reunião hoje e deve anunciar amanhã sua decisão em relação ao aumento da Selic. O consenso Refinitiv estima uma elevação de ao menos 50 pontos base para 13,75% ao ano. Os juros no Brasil podem se tornar os maiores em cinco anos, caso seja confirmado o aumento da taxa básica. Além disso, hoje também espera-se a divulgação do IPC de julho e o IPC-S Capitais de junho, além da pesquisa sobre a produção industrial, realizada pelo IBGE.
O Ibovespa fechou nesta segunda-feira (1) com queda de 0,91%. Em Nova York, o Dow Jones perdeu 0,14%, S&P 500 recuou 0,28% e Nasdaq teve queda de 0,18%. Confira os detalhes do pregão aqui.
A covid exacerbou a fome mundial. Foto: Statista
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ECONOMIA
Petróleo perde 3,8%, com preocupações com China e aumento da oferta da Líbia
Foto: Pexels
O petróleo fechou em queda robusta nesta segunda-feira (1º) enquanto o mercado segue na expectativa pela reunião da Organização de Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+), na quarta-feira (3). Há temores de que a Opep+ mantenha sua meta de produção, apesar da pressão dos Estados Unidos. Os contratos do óleo foram penalizados pelas preocupações renovadas com a demanda chinesa e aumento da oferta da Líbia.
Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o barril do petróleo WTI para setembro fechou em queda de 4,80% (US$ 4,73), a US$ 93,89 – menor valor desde 25 de fevereiro. Enquanto o do Brent caiu 3,80% (US$ 3,94), a US$ 100,03. O petróleo não sofreu influência do dólar, que, após cair 5,90% na semana passada e fechar julho em baixa de 1,16%, o dólar encerrou o primeiro pregão de agosto em ligeira alta no mercado doméstico de câmbio, embora tenha flertado, nos momentos de maior pressão, com o patamar de R$ 5,20.
Maior oferta mundial. Segundo Dennis Kissler, do BOK Financial, o petróleo esteve sob forte pressão porque o armazenamento global aumentou mais de 4% em relação à semana passada e os dados de PMI mais fracos do que o esperado da China colocaram os comerciantes no limite. A produção de petróleo da Líbia também aumentou acima das expectativas, acima de 1,2 milhão de barris por dia. Para ele, uma maior oferta mundial "parece estar a caminho com a queda da demanda por gasolina.
Lucro em alta: TIM(TIMS3) apresenta proposta de roaming para Anatel. Entenda.
Queda histórica:Centauro(SBFG3): lucro líquido sobe 31% no 2T22 para R$ 31,6 milhões. Veja.
Câmbio sob controle:Weg(WEGE3) vai à Europa com compra na Itália; BTG vê bom potencial de valorização. Saiba mais.
RADAR DE EMPRESAS
Analistas acreditam que a compra da CEEE-G pela CSN (CSNA3) pode elevar questionamentos sobre alocação de capital da empresa. Cálculos preliminares indicam que, no total, o negócio tem potencial de algo em torno de R$ 2,9 bilhões, indo no máximo para R$ 3,3 bilhões, o que pode trazer impacto limitado na alavancagem da CSN, "provavelmente elevando sua dívida líquida/Ebitda em 0,2 vez a 0,3 vez em 2023.
Subsidiárias da Neoenergia (NEOE3), Coelba (CEEB3) e Cosern (CSRN3) vão pagar, em conjunto, R$ 127,5 milhões em Juros Sobre Capital Próprio (JCP) aos seus acionistas. O valor dos proventos por ação serão pagos em 16 de agosto, para ambas as companhias.