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Confira os destaques de hoje
FIIs Como as mudanças nas ofertas públicas afetam os investidores de FIIs?
A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) editou novas regras para ofertas públicas no Brasil.
O novo marco regulatório entra em vigor em 2 de janeiro de 2023 e deve simplificar, flexibilizar e dar mais agilidade às operações no mercado de capitais.
Para os investidores de fundos imobiliários (FIIs), a especialista em FIIs da EQI Research, Carolina Borges, considera que a edição das novas resoluções agrega duas principais vantagens.
“A primeira delas é a possibilidade de efetuar ofertas mais céleres e mais simples. Isso é bom para o investidor, porque, possivelmente, irá reduzir custos e prazos de ofertas”, observa.
De acordo com ela, o segundo ponto interessante é a consolidação e a simplificação das informações, com a criação da lâmina de oferta, que trará algumas informações objetivas, padronizadas, o que irá facilitar a análise do investidor de varejo.
“Ficará mais simples a análise, mais rápidas as emissões, mais céleres os prazos e, possivelmente, também veremos uma redução de custos”, completa.
Economia Como antecipar o rumo da inflação e seu impacto em juros e na economia?
O consenso da pesquisa Focus do Banco Central viveu três ciclos recentes. Entre 2014-16, na média seus participantes não anteciparam a alta na inflação que se desenhava.
Em 2015-17, não notaram que a inflação ia se tornar mais baixa do que nosso normal.
E não previram a alta expressiva que vem desde o ano passado.
Bem, não há sinais firmes de que a inflação já possa estar recuando, ou que ainda está subindo.
No Brasil, como no resto do mundo, a inflação é dúvida relevante. Para bancos centrais, economia e mercados.
Então, como o investidor deve se comportar daqui em diante? Leia a análise completa de Guilherme da Nóbrega, colunista da Monett.
Consórcio Adquira bens com planejamento e segurança
Flexibilidade, isenção de juros, praticidade para adquirir o produto e mercado em crescimento. Descubra as características e as vantagens do consórcio na coluna de Allan Teixeira, assessor patrimonial da EQI Investimentos.
Sobre a Selic, o mercado vinha projetando que um aumento de 0,5 ponto porcentual na próxima quarta-feira (3) seria o fim do ciclo de alta da taxa.
No entanto, após melhores dados do mercado de trabalho, dinâmica mais saudável da atividade econômica no curto prazo, e novos estímulos fiscais do governo, houve uma revisão da trajetória esperada para a inflação e, consequentemente, para a Selic, que é o principal instrumento do Banco Central para controlar a alta de preços.
“Esperamos agora uma desinflação menos intensa da inflação de serviços que deve terminar 2023 ao redor de 7,3% (versus 6,5% anteriormente) vindo de 8,5% em 2022”, comenta Stephan Kautz, economista-chefe da EQI Asset.
“Com uma expectativa de inflação mais pressionada no horizonte e dados de atividade que vêm se mostrando melhores do que o esperado, acreditamos que o Banco Central não terá espaço para encerrar o ciclo de alta na reunião de agosto, sendo necessária pelo menos mais uma alta de 50 bps na reunião seguinte, levando a taxa Selic para 14,25%”, complementa.
Após atingir esse patamar, a asset acredita que a autoridade monetária deverá manter a taxa inalterada até maio de 2023, quando iniciará um novo ciclo de cortes reduzindo a taxa Selic para 10,75% ao final do ano.
Para o investidor, segue o foco em renda fixa, sem aumentar a exposição em renda variável.
Nesta segunda-feira (1), o Boletim Focus trouxe como novidade mais uma projeção de baixa para a inflação em 2022: de 7,30% ao ano para 7,15%.
A expectativa para o PIB foi revista de 1,93% para 1,97%.
Já para 2023, houve revisão na projeção para o IPCA – de 5,30% para 5,33% e queda para o PIB: de 0,49% para 0,40%. A expectativa para a Selic do ano que vem subiu de 10,75% para 11%.
Nos EUA, o payroll, folha de pagamentos não-agrícola oficial dos EUA, que sai na sexta-feira (5), será fundamental para basear, de agora em diante, as projeções para a escalada dos juros por lá.
Stephan Kautz, da EQI Asset, afirma que o payroll passa a balizar as expectativas de juros nos EUA, após o Federal Reserve (Fed), banco central americano, subir os juros em 0,75 p.p. e o PIB vir abaixo da expectativa, com recuo de 0,9% no segundo trimestre, sendo a segunda queda trimestral sequencial.
“Para a política monetária, o banco central americano ainda deve continuar olhando o desemprego e o payroll, que continua bastante forte, para, assim, defender a postura deles, se continua ou não subindo os juros nas próximas reuniões”, frisou. Vale lembrar que o mercado de trabalho aquecido pressiona a inflação.
Nesta segunda-feira (1) foi divulgado o Índice dos Gerentes de Compras (PMI) Industrial da zona do euro, que recuou de 52,1 para 49,8 pontos – lembrado que os 50 pontos separam crescimento de retração da atividade.
Na China, o PMI Industrial medido pelo Caixin ficou em 50,4, com recuo de 51,7 pontos. Já o PMI considerado oficial, do Escritório Nacional de Estatísticas (NBS,), fechou julho em 49, marcando queda em relação aos 50,2 da leitura do índice em junho.
Os resultados de Brasil e EUA saem ainda nesta manhã.
Ibovespa Bolsa vai aos 103 mil pontos
O Ibovespa fechou nessa sexta-feira (29) em alta de 0,55% aos 103.164 pontos. Ao longo do pregão do dia, a bolsa variou entre 102.514 e 103.989 pontos. O volume financeiro registrado hoje foi de R$ 31,4 bilhões.
As ações mais negociadas foram Petrobras (PETR4): R$ 34,15 (+5,76%); Magalu (MGLU3): R$ 2,58 (-5,15%); e Vale (VALE3): R$ 69,75 (-1,33%).
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