Brand Social Trend Report: Q3 2026The KPI of the moment, surface area campaigns, dark organic posts, “Black Mirror is a documentary”, and more.
Every quarter I round up the biggest trends across brand social. This isn’t your usual graphs and stats report. Think of this like the scribbled notepad version of the trends you’ll eventually end up seeing in headlines six months from now. It’s like getting early access. The Brand Social Trend Report: Q3 2026 covers topics like:
This report also features sharp insights from people who work at places like YouTube, IKEA, Planned Parenthood, New York Magazine, Jeopardy, Columbia Sportswear, TBWA\Chiat\Day LA, Opal, David Zwirner, Minnesota Orchestra, Breaking and Entering Media, and more. Thank you to paid subscribers for supporting the newsletter and making reports like this possible! If you’ve been thinking about upgrading your free subscription, this is a good one to do it for. Plus, you’ll get access to the Link in Bio Discord, which has been described as “an essential place to be for anyone managing social media.”... Keep reading with a 7-day free trialSubscribe to Link in Bio to keep reading this post and get 7 days of free access to the full post archives. A subscription gets you:
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A moda dos investimentos
Brand Social Trend Report: Q3 2026
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Morning Call | Bolsas hoje: Ibovespa na máxima histórica e balança comercial no Brasil e nos EUA
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6 de outubro de 2026 Morning Call | Bolsas hoje: Ibovespa na máxima histórica e balança comercial no Brasil e nos EUA Ouça o áudio do Morning Call XP no Spotify |
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IbovespaO Ibovespa encerrou o pregão de segunda-feira (5) em forte alta de 7,7%, aos 206.912 pontos, registrando o maior avanço diário desde março de 2020 e o primeiro fechamento acima dos 200 mil pontos em sua história. O índice chegou a alcançar 209.606 pontos na máxima do dia, enquanto o volume negociado na B3 somou R$ 103,3 bilhões, o maior de toda a série histórica. O resultado do primeiro turno e as expectativas dos investidores de maior disciplina fiscal levaram a uma queda muito acentuada do dólar e dos juros futuros, o que impulsionou as ações brasileiras, especialmente o setor financeiro e as cíclicas domésticas.
Na ponta positiva, Magazine Luiza (MGLU3, +24,2%) liderou as altas, em uma sessão favorável aos papéis sensíveis a juros. Cosan (CSAN3, +23,8%), B3 (B3SA3, +22,6%) e BTG Pactual (BPAC11, +22,5%) também figuraram entre os maiores ganhos.
Na ponta negativa, Suzano (SUZB3, -5,4%) e Embraer (EMBJ3, -3,3%) registraram as maiores quedas, pressionadas pela valorização do real, que prejudica as receitas dos exportadores em moeda local.
Renda FixaOs juros futuros registraram direções mistas nesta segunda-feira. Nos EUA, os Treasuries apresentaram inclinação, com a perspectiva de manutenção das pressões inflacionárias, reforçadas pelo ISM de serviços, e o alívio proporcionado pela queda do petróleo. A T-note de dois anos encerrou a 4,82% (-1 bp), enquanto a T-note de 10 anos avançou para 5,31% (+3 bps) e o T-bond de 30 anos subiu para 5,66% (+3 bps). No Brasil, a curva de juros passou por forte compressão dos prêmios de risco após a leitura de maior probabilidade de uma agenda fiscal mais austera. O DI jan/27 encerrou a 13,41% (-10 bps), o DI jan/29 a 12,65% (-104 bps) e o DI jan/31 a 12,70% (-122 bps). O movimento levou os vencimentos mais longos a retornarem para níveis abaixo de 13% pela primeira vez desde 2024 e reforçou a percepção de redução dos riscos fiscais de longo prazo incorporados à curva. A NTN-B também apresentou fechamento relevante, com a B29 a 6,96% (vs. 7,46%), a B35 a 7,04% (vs. 7,65%) e a B50 a 6,76% (vs. 7,27%). Mercados globaisNesta terça-feira (6), os futuros nos EUA operam em alta (S&P 500: +0,2%; Nasdaq 100: +0,3%), após o Nasdaq renovar recorde na véspera, puxado pelas big techs. Na Europa, o Stoxx 600 opera em alta de 1,0%, impulsionado principalmente pelos setores bancário e de tecnologia. Na Ásia, os mercados fecharam majoritariamente em alta: o Kospi (Coreia) recuou 0,9%, pressionado pela realização em SK Hynix e Samsung, o Nikkei 225 (Japão) subiu 1,2%, para o maior nível em três meses, puxado por ações ligadas à IA, e o Hang Seng (Hong Kong) avançou 1,0%. O mercado acompanha a escalada dos juros longos nos EUA, com o Treasury de 10 anos perto de 5,3%, no maior nível desde 2002, em meio a preocupações fiscais e inflacionárias. Apesar disso, a tecnologia segue sustentada pela demanda por infraestrutura de IA: a Nvidia renovou máxima histórica, aproximando-se de US$ 6 trilhões em valor de mercado. O petróleo opera em queda, com o Brent recuando 2,0%, para perto de US$ 98,3/barril, à medida que as exportações do Oriente Médio se aproximam dos níveis pré-guerra e a liberação de reservas estratégicas pelo G7 alivia as preocupações com a oferta. Os investidores também direcionam o foco para a ata da última reunião do Fed, na quarta-feira (7), e para a temporada de resultados, com divulgações esperadas de PepsiCo e Delta Air Lines ao longo da semana. IFIXO Índice de Fundos de Investimento Imobiliário (IFIX) encerrou o pregão desta segunda-feira em alta de 1,34%, aos 3.822,32 pontos. O movimento acompanhou o fechamento da curva de juros, sustentado por uma percepção mais favorável do mercado em relação ao cenário político. O desempenho dos segmentos foi amplamente positivo ao longo da sessão. As lajes corporativas lideraram os ganhos do dia, com valorização de 2,42%, seguidas pelos fundos de fundos (+2,03%), pelo segmento de multiestratégia/FOFs (+1,92%) e pela categoria multiestratégia (+1,89%). Os ativos logísticos (+1,68%), os fundos de shoppings (+1,63%) e os fundos híbridos (+1,36%) também registraram forte desempenho, enquanto os fundos de recebíveis avançaram 0,72%. No agregado, os fundos de tijolo encerraram o pregão com alta de 1,74%. Entre os destaques positivos do pregão, sobressaíram BBIG11 (+9,3%), VGHF11 (+5,8%) e TEPP11 (+4,5%). No campo negativo, as maiores quedas foram registradas por TRBL11 (-1,7%), MFII11 (-1,4%) e CACR11 (-1,0%). EconomiaNo ambiente global, a valorização das ações de grandes empresas de tecnologia dos Estados Unidos levou o S&P-500 para perto das máximas históricas ontem. Na Europa, por sua vez, preocupações fiscais e turbulências políticas – principalmente na França e na Espanha – levaram o euro ao menor patamar frente ao dólar desde maio de 2025 (1,12). Além disso, os impasses no Oriente Médio persistem, com os preços do petróleo oscilando em torno de US$ 100 por barril (Brent). No Brasil, os mercados financeiros reagiram aos resultados do primeiro turno das eleições. O Ibovespa subiu 7,7%. Já o DI futuro operou em queda em toda a curva. A taxa de câmbio se apreciou em mais de 4%, encerrando a sessão da segunda-feira em R$ 5,00 por dólar. Na agenda econômica internacional, destaque para o relatório semanal de empregos privados ADP e a balança comercial dos Estados Unidos. No Brasil, atenções também voltadas para a divulgação do saldo comercial. O Morning Call XP também está no YouTube, com participação dos nossos especialistas, ao vivo. Clique aqui e assista à transmissão de hoje! ECONOMIA 1. Ativos financeiros se valorizam fortemente no início da semana EMPRESAS 1. Telecom: Data Expert | Monitor Anatel 2. WEG (WEGE3): data centers em destaque para a próxima fase de crescimento 3. Ultrapar | Um portfólio disciplinado com visão de longo prazo RENDA FIXA 1. De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa 1. XP Short Scout: monitor de short selling no Brasil – 05/10/2026 ALOCAÇÃO E FUNDOS 1. Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias ESG 1. Honda anuncia desenvolvimento de carregamento sem fios para veículos elétricos | Café com ESG, 06/10
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