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6 de agosto de 2026 |
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Faz sentido ter Bolsa no Brasil, com o juro real acima de 8%? Essa é uma pergunta recorrente que ouvimos dos investidores, especialmente com o juro real longo hoje em 3% nos EUA e perto de 8% no Brasil (NTN-Bs), uma máxima histórica. No Raio-XP deste mês, explicamos por que seguimos construtivos. Além das perspectivas para a Bolsa, publicamos novas projeções da XP para a economia, acompanhamos os balanços das empresas na temporada de resultados e atualizamos as recomendações de investimento para agosto, com as melhores oportunidades em renda fixa, ações, fundos e mais. Acompanhe tudo nesta edição da Expert Drops. Toda semana, trazemos recomendações e análises na medida certa para você investir melhor. Conte conosco e até a semana que vem! |
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DESTAQUES Copom reduz a taxa de juros para 14,00% O Copom reduziu a taxa Selic em 0,25 p.p., para 14,00%, conforme esperado de forma (quase) unânime pelos participantes do mercado. O comunicado pós-reunião foi neutro, em nossa avaliação, trazendo sinais limitados sobre os próximos passos da política monetária. Por ora, mantemos nossa projeção para a Selic em 14,00% neste ano e 11,50% em 2027. Considerando que o cenário está particularmente volátil tanto no âmbito global quanto no doméstico, aguardaremos um pouco mais e reuniremos mais informações antes de ajustar nosso cenário para a taxa básica de juros brasileira. Leia a análise completa. |
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As expectativas para a economia Publicamos nesta quinta-feira o Brasil Macro Mensal, relatório que traz as projeções da XP para PIB, taxa de câmbio, inflação, juros e mais. Segundo o time, praticamente todos os indicadores de atividade econômica divulgados nas últimas semanas vieram abaixo das expectativas. A fraqueza disseminada suscitou dúvidas a respeito de eventual desaceleração mais intensa ou antecipada da atividade. Confira todas as projeções. |
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Raio-XP: juros reais seguem em alta Faz sentido ter Bolsa no Brasil, com o juro real acima de 8%? Embora isso seja claramente um desafio para o potencial de alta no médio prazo, boa parte do cenário de “juros altos por mais tempo” já está descontado no preço da Bolsa brasileira, uma vez que o prêmio de risco da renda variável (“Equity Risk Premium – ERP”) melhorou recentemente, com as ações caindo mais do que os juros longos subiram. Também decompomos o prêmio de risco pelos principais setores e mostramos que os Cíclicos Domésticos aparecem como os mais atrativos frente ao juro real. Saiba mais. |
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Temporada de resultados Na temporada de resultados do segundo trimestre de 2026 (2T26), o Itaú (ITUB4) reportou um sólido 2T26, com lucro líquido recorrente de R$ 12,4 bilhões (+1,0% T/T; +7,8% A/A), totalmente em linha com nossa estimativa. Já a Gerdau (GGBR4) reportou um balanço acima do esperado, com EBITDA ajustado de ~R$ 3,4 bilhões (+16% T/T, +6% vs. XPe/consenso), refletindo mais uma performance sólida da operação na América do Norte e melhoria de margens no Brasil. Confira todos os resultados. |
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VEJA TAMBÉM Carteiras recomendadas para agosto A construção de portfólios robustos exige uma abordagem disciplinada de diversificação, que considere não apenas diferentes classes de ativos, mas também a exposição a diferentes regimes de mercado, moedas e jurisdições. Nesse contexto, disponibilizamos duas carteiras de alocação complementares, desenhadas para cumprir papéis distintos dentro do processo de gestão patrimonial: a Carteira de Alocação Brasil e a Carteira de Alocação Global. A alocação ideal depende dos objetivos, horizontes de investimentos, patrimônio, compromissos futuros, tolerância ao risco, entre outros fatores. Veja todas as nossas recomendações. |
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SpaceX: primeiros resultados desde o IPO A SpaceX reportou resultados bons, com surpresas positivas na receita (+14,7%) e no lucro por ação (+61,9%). A receita atingiu US$ 7,8 bi, o prejuízo líquido foi reduzido para US$ 541 mi, e o EBITDA ajustado disparou para US$ 3,5 bi. A empresa encerrou o trimestre com US$ 100 bi em caixa e receitas futuras já assinadas de US$ 47,5 bi, após captar US$ 85,7 bi no IPO e emitir US$ 25 bi em títulos com grau de investimentos. O grande destaque foi o segmento de IA, que se tornou o principal motor de crescimento da companhia. Saiba mais. |
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Construtoras: Cury é a principal escolha Atualizamos nossa cobertura de incorporadoras de baixa renda, incorporando nossas estimativas oficiais, ajustadas para uma Selic mais alta, em linha com as projeções da nossa equipe econômica, e refletindo os resultados divulgados pelas companhias no início do ano. No geral, seguimos otimistas com o segmento e mantemos a Cury como nossa principal escolha, com a companhia negociando a 7,0x P/L 2026 ex-dividendos, oferecendo dividend yield de 10,1% em 2026 e 12,9% em 2027, segundo nossas estimativas. Leia o relatório completo. |
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APRENDA A INVESTIR Por que investir no longo prazo? Quando pensamos em investimentos, costumamos focar o potencial de retorno. Mas existe um fator igualmente importante para o sucesso da carteira: o tempo. Analisamos como diferentes horizontes de investimento impactam os resultados de ativos como Ibovespa, S&P 500 (IVVB11), títulos públicos indexados à inflação, prefixados e CDI. Quanto maior o prazo de investimento, menor tende a ser a dependência do momento de entrada e maior a previsibilidade dos resultados. Saiba mais aqui. AGENDA |
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