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Morning Call | Ata do FOMC e dados de inflação na agenda da semana
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06 de julho de 2026 Morning Call: Ata do FOMC e dados de inflação na agenda da semana |
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Ibovespa
Ultrapar foi o destaque positivo da semana (UGPA, +7,5%), revisões positivas no preço-alvo pelo mercado devido otimismo com margens do setor antes da temporada de resultados do 2T26.Por outro lado, Azzas 2154 (AZZA3, -9,7%) foi o destaque negativo, devido a correção após alta com anúncio da possibilidade de IPO bilionário da Farm Rio e dúvidas em relação ao resultado trimestral. Confira o resumo semanal da Bolsa.Renda Fixa No comparativo semanal, os juros futuros encerraram a semana com movimentos mistos. Nos EUA, considerando o fechamento de quinta-feira (02) devido ao feriado, os rendimentos das Treasuries avançaram e devolveram parte da queda observada na semana anterior. A T-note de 2 anos encerrou a 4,17% (+8 bps vs. semana anterior), a T-note de 10 anos a 4,49% (+12 bps) e o T-bond de 30 anos a 4,87% (+11 bps). No Brasil, a ponta curta fechou em queda, beneficiada por indicadores mais fracos de atividade e mercado de trabalho, que elevaram as apostas em um novo corte da Selic em agosto. Já os vértices intermediários e longos apresentaram maior volatilidade ao longo da semana. O DI jan/27 encerrou a 14,00% (-5 bps vs. semana anterior), o DI jan/29 a 14,25% (-1 bp) e o DI jan/31 a 14,37% (+2 bps). A curva de NTN-B encerrou com a B29 a 8,60% (vs. 8,58%), a B35 a 8,27% (vs. 8,10%) e a B50 a 7,69% (vs. 7,57%). Mercados globaisNesta segunda-feira, os futuros nos EUA operam em alta (S&P 500: +0,5%; Nasdaq 100: +1,0%), dando continuidade ao forte desempenho da última semana. Apesar da recente realização no setor de semicondutores, investidores seguem rotacionando para outros segmentos, como financeiro, saúde e industrial, mantendo o suporte aos principais índices. Na Europa, as bolsas negociam em queda (Stoxx 600: -0,2%). Na Ásia, o fechamento foi misto, com o Nikkei (Japão) e o CSI 300 (China) estáveis, Kospi (Coreia do Sul) recuando 0,5% e HSI (Hong Kong) subindo 1,1%. Nesta semana, as atenções se voltam para a divulgação da ata da última reunião do Federal Reserve, que poderá trazer novos sinais sobre a trajetória da política monetária. Veja os Top 5 temas globais da semana. IFIXO IFIX encerrou a semana com valorização de 1,06%, recuperando parte das perdas observadas em junho. O movimento ocorreu mesmo em um ambiente macroeconômico ainda desafiador, marcado pelo avanço da dívida bruta brasileira para 81,1% do PIB e pela manutenção das preocupações fiscais. No cenário externo, a divulgação de um payroll mais fraco nos Estados Unidos reduziu temporariamente as expectativas de aperto monetário pelo Federal Reserve, contribuindo para um ambiente mais favorável aos ativos de risco. Ainda assim, seguimos avaliando que a combinação entre inflação elevada e aumento da percepção de risco fiscal tende a manter a curva de juros doméstica pressionada, limitando uma recuperação mais consistente dos fundos imobiliários no curto prazo. Apesar desse contexto, alguns segmentos continuam sustentados por fundamentos operacionais sólidos, com destaque para os FIIs logísticos, beneficiados pela forte demanda de grandes empresas de e-commerce, baixa vacância e elevada qualidade dos ativos, fatores que seguem apoiando uma visão construtiva para o setor. Entre os destaques positivos do pregão de sexta-feira, sobressaíram DEVA11 (+5,2%), CACR11 (+4,4%) e HCTR11 (+2,4%). No campo negativo, as maiores quedas foram registradas por BBIG11 (-1,5%), OUJP11 (-1,0%) e SNFF11 (-0,9%). EconomiaA OPEP+ anunciou novo aumento de produção de petróleo — 188 mil barris por dia a partir de agosto, o quinto acréscimo mensal consecutivo. Os preços do petróleo retornaram aos patamares anteriores ao conflito entre Estados Unidos, Israel e Irã, com a normalização gradual do tráfego pelo Estreito de Ormuz e o avanço das negociações de paz. Tem início hoje, em Washington, a audiência pública do USTR sobre a proposta de tarifa adicional de 25% a produtos brasileiros (Seção 301). Segundo os jornais, o governo vê pouca margem para reverter a medida. Avaliamos que o impacto macroeconômico agregado deve ser limitado. Na agenda, o destaque internacional fica com a ata da última reunião do FOMC e com a inflação ao produtor e ao consumidor da China. No Brasil, o principal indicador da semana é o IPCA de junho, para o qual esperamos desaceleração ante maio, sobretudo pelo arrefecimento dos alimentos; a FGV divulga ainda o IGP-DI de junho, que deve registrar deflação. Leia o Economia em Destaque. O Morning Call XP também está no YouTube, com participação dos nossos especialistas, ao vivo. Clique aqui e assista à transmissão de hoje! ECONOMIA 1. IPCA é o destaque na agenda de indicadores desta semana EMPRESAS 1. XP Varejo | Frente fria, ventos favoráveis quentes; inverno mais frio deve sustentar sell-out de vestuário e demanda por OTC 2. Priner (PRNR3) | Desbravando a Mineração RENDA FIXA: 1. De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa ALOCAÇÃO E FUNDOS 1. Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias ESG 1. Eletrificação no Brasil ganha novo impulso; Atlas Lithium avança com projeto de lítio | Brunch com ESG 2. Plano de Transformação Ecológica acelera investimentos sustentáveis e expande Fundo Clima | Café com ESG, 06/07
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