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9 de julho de 2026 |
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Nesta semana, publicamos o Brasil Macro Mensal, em que mantivemos a projeção de 2,0% de crescimento do PIB em 2026, com viés de alta em função do acúmulo de medidas expansionistas. No entanto, o PIB deve enfraquecer em 2027. O que deve acontecer com dólar, juros e inflação? No Onde Investir de julho, seguimos privilegiando uma construção diversificada e equilibrada, combinando classes de ativos mais defensivas com exposições voltadas à geração de retornos via ganho de capital. Quais as melhores escolhas para este mês? Do lado das empresas, a temporada de resultados do 2º trimestre começará com força no Brasil a partir do próximo dia 22. Fizemos um calendário completo para você não perder nenhuma divulgação importante. Acompanhe tudo nesta edição da Expert Drops. Toda semana, trazemos recomendações e análises na medida certa para você investir melhor. Conte conosco e até a semana que vem! |
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DESTAQUES Brasil Macro Mensal: quais os rumos de dólar, juros e inflação? Incerteza política, preços de commodities em baixa e apreciação global do dólar podem pressionar a taxa de câmbio. No entanto, o balanço de pagamentos segue favorável. Mantivemos a projeção para a paridade em R$ 5,00 por dólar no final deste ano e R$ 5,30 no final do ano que vem. Reduzimos nossa expectativa para o IPCA de 2026 de 5,5% para 5,2%. Para 2027, continuamos a projetar 4,2%, mas os riscos seguem inclinados para cima. Inflação menos pressionada no curto prazo reforça o corte de 0,25 p.p. nos juros em agosto. Mas fundamentos ainda desfavoráveis sugerem pausa a seguir. Mantivemos a projeção de 14,00% para a taxa Selic no final deste ano. |
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Onde investir em julho Em nossas recomendações por classes de ativo, o foco está em qualidade e seletividade. Em renda fixa, as taxas historicamente altas dos IPCA+ são destaque, enquanto a inclusão da gestão ativa busca diligência e agilidade na diversificação entre emissores, setores, indexadores e estruturas. Em renda variável doméstica, a queda abriu uma oportunidade após a tempestade, mas favorece empresas de qualidade, baixa alavancagem e boa geração de caixa. |
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Calendário de resultados do 2º trimestre de 2026 A temporada de resultados é a época na qual as empresas negociadas na Bolsa de Valores reportam o desempenho referente ao período trimestral mais recente, por meio da divulgação de Demonstrações Financeiras, seguida de uma teleconferência de resultados. No calendário, consolidamos as datas de divulgação das empresas da nossa cobertura, e das que fazem parte do Ibovespa. Confira! |
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O mês na renda fixa Para a carteira de julho, no crédito privado, priorizamos emissores de setores mais defensivos, com maior previsibilidade de receitas e geração de caixa. Visando ampliar as opções de diversificação, especialmente para investidores mais conservadores ou com menor patrimônio disponível para alocação, incluímos pela primeira vez fundos de crédito na carteira, como alternativa para compor a parcela pós-fixada da estratégia. Saiba tudo os principais movimentos da renda fixa em junho e o que esperar. |
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VEJA TAMBÉM Varejo: frente fria, ventos favoráveis quentes Atualizamos nosso tracker de temperaturas e avaliamos potenciais implicações para varejistas de vestuário. Sul e Sudeste tiveram outro junho frio, com temperaturas médias ~0,2°C abaixo de 2025, enquanto Norte e Nordeste permaneceram amplamente estáveis. No geral, vemos o inverno de 2026 como um vento favorável positivo para nomes de vestuário, principalmente Lojas Renner, C&A e Riachuelo, com uma leitura cruzada secundária positiva para varejistas farmacêuticos. |
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SK Hynix na Nasdaq: novo passo para memória A SK Hynix estreia na Nasdaq nesta sexta-feira (10), captando aproximadamente US$ 28 bilhões via ADRs. Mais do que caixa, o movimento busca acesso um acesso maior a capital e uma possível reprecificação frente a pares americanos, em um momento em que memória vive um período de escassez severa, puxada pela demanda de IA por HBM. A demanda dos investidores pela oferta de ações foi forte, apesar de a companhia passar por um momento de forte volatilidade de preços com questionamentos em relação ao superciclo de memória e sobre o apetite dos investidores com novas ofertas ligadas à inteligência artificial. |
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Tenda (TEND3) sinaliza um 2T26 forte A Tenda divulgou seus dados operacionais do 2º trimestre, com lançamentos consolidados de R$ 1,8 bilhão. Avaliamos os dados como positivos, com resultados consolidados acima das nossas expectativas, impulsionados pelos lançamentos e vendas recordes no segmento Tenda core. Acreditamos que a companhia poderá se beneficiar de margens brutas mais altas, à medida que as pressões de custo se reduziram recentemente. |
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APRENDA A INVESTIR “Comprar na alta” funciona? Simulamos essa estratégia nos últimos 15 anos: investir sempre que o índice atinge um novo topo histórico. Conseguimos capturar diversos ciclos do mercado brasileiro: o longo período de lateralização da Bolsa brasileira entre 2011 e 2017, a crise de Covid em 2020 e a recuperação que veio depois. O resultado é claro: a consistência sempre ganha. Em todos os índices testados, há um fator que se repete: o investidor que simplesmente aportasse todo mês a partir do primeiro recorde teria saído melhor do que quem esperou o gatilho do recorde para cada compra. Quer saber mais? Acesse o estudo completo aqui. AGENDA |
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