
Central Park, Times Square, Wall Street. Rockefeller Center, Empire State Building e o MET. Não é preciso ser nenhum especialista para listar ao menos três pontos turísticos de
Nova York. Mesmo a quem nunca pisou por lá, a sensação é de conhecer bem a metrópole, cortesia dos filmes e séries que assistimos uma vida inteira.
Mas aí vem a virada: todos os pontos citados ficam reunidos em um único distrito. Então, você conhece NYC ou apenas
Manhattan?
Sem demérito ao roteiro de sua última viagem. Talvez você tenha mesmo cruzado a Brooklyn Bridge. Mas a verdade é que pensar em Nova York hoje vai muito além do
skyline recortado por imensos arranha-céus. Saber disso ajuda o turista, mas é fundamental a quem quer
investir na cidade.
Comprar um imóvel em NYC não é para qualquer um. É a exclusividade de quem pode pagar até US$ 21 mil pelo metro quadrado em áreas mais nobres como o Upper East Side, por exemplo. Entre os corretores, a máxima diz que
rico compra na Flórida; milionário compra em Nova York.
Nesse cenário, o investidor brasileiro tem um perfil: em muitos casos, são famílias de alta renda que se mudam durante o passagem dos filhos pelas prestigiadas universidades locais. Há ainda os executivos transferidos ou mesmo quem busque um imóvel na cidade como um ativo de proteção patrimonial, atraído pela estabilidade, liquidez e valor em dólar.
A boa notícia é que, para lá dos cartões-postais, Nova York hoje explora muito melhor seus cinco distritos. Entre os destaques, estão a valorização do Brooklyn, a revitalização dos Hudson Yards e os novos projetos no Harlem.
Na reportagem especial dessa semana, ajudamos a entender como o mapa da Big Apple está mudando e quais locais têm o metro quadrado mais promissor.