No Brasil, Vale divulga resultados depois do fechamento da bolsa
Quinta-feira, 24 de abril de 2025Tempo de leitura: 05 minutos
Bom dia, Investidor!
Suno Call
Resumo do Editor
Investidores acompanham, nesta quinta-feira, os balanços da Vale, da Usiminas e da Alphabet, além dos desdobramentos da guerra tarifária. Todo mundo quer saber é de que forma as incertezas internacionais e domésticas estão afetando os resultados de empresas produtoras de commodities. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, havia sinalizado a intenção de atenuar as sobretaxas às mercadorias chinesas, mas ontem deixou claro que uma redução dependerá de a China buscar um acordo. O país asiático, por sua vez, informou que são os EUA que devem retirar as tarifas primeiramente. Neste início de manhã, tanto os indicadores futuros americanos quanto as bolsas europeias operam no vermelho. Em Dalian, o preço da tonelada de minério de ferro caiu 0,28%, para US$ 98,80, refletindo a expectativa de aumento da oferta da commodity.
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Investir em fundos imobiliários exige mais do
que olhar o rendimento
Com a crescente popularidade dos Fundos Imobiliários (FIIs) entre os investidores de varejo, é natural que muitos se perguntem o que, de fato, deve ser analisado antes de aplicar dinheiro nesse tipo de ativo. Afinal, embora o rendimento mensal seja atrativo, nem todo FII que paga bons dividendos hoje será uma boa escolha no longo prazo. Saber separar aparência de consistência é fundamental.
Investir em FIIs vai além de escolher os que aparecem com o maior dividend yield do mês. O primeiro passo é entender qual é o tipo de fundo: há os de tijolo, que investem diretamente em imóveis físicos (como lajes corporativas, galpões logísticos, shoppings), os fundos de papel, que compram títulos ligados ao setor imobiliário (como CRIs), e os híbridos, que misturam diferentes estratégias. Cada tipo reage de maneira distinta às condições de mercado — e cada um tem seus próprios riscos.
Depois de conhecer a natureza do fundo, vale mergulhar em alguns indicadores que ajudam a avaliar sua qualidade...
Investidores monitoram balanços da Vale, Usiminas e Alphabet, além da guerra tarifária
Em um dia de agenda fraca de indicadores, investidores aguardam o balanço da Vale, que será divulgado após o fechamento dos mercados e repercutem o resultado da Usiminas, divulgado nesta manhã. O que todo mundo quer saber é de que forma as incertezas internacionais e domésticas estão afetando os resultados de empresas produtoras de commodities. Lá fora, a Alphabet – dona do Google – publica os números do primeiro trimestre.
Os desdobramentos da guerra comercial iniciada com a imposição pelos Estados Unidos de tarifas de importação a produtos de seus parceiros comerciais segue mno radar. O sobe-e-desce do tom das declarações relacionadas à guerra tarifária tem resultado em forte volatilidade dos mercados.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, havia sinalizado a intenção de atenuar as sobretaxas às mercadorias chinesas, mas ontem deixou claro que uma redução dependerá de a China buscar um acordo. O país asiático, por sua vez, informou que são os Estados Unidos que devem retirar as tarifas primeiramente. Outro fator que aumenta as incertezas é a possibilidade de aumento da taxa de 25% sobre importação de automóveis do Canadá.
Às 8h41, os futuros americanos operavam no vermelho: Nasdaq caía 0,33%, S&P 500 perdia 0,36%, e Dow Jones recuava 0,56%.
As bolsas europeias tinham desvalorização às 8h37: CAC 40 (Paris) cedia 0,33%, DAX (Frankfurt) encolhia 0,32%, Euro Stoxx 600 e FTSE 100 (Londres) perdiam 0,14%.
Na Ásia, as bolsas fecharam sem tendência definida. Nikkei valorizou 0,61%, Xangai teve leve alta de 0,03%, Hang Seng perdeu 0,74%, e Kospi cedeu 0,13%.
Em Dalian, o preço da tonelada de minério de ferro caiu 0,28%, para US$ 98,80, refletindo a expectativa de aumento da oferta da commodity.
Os contratos de petróleo tinham ganhos no mercado internacional às 8h45. Enquanto o Brent avançava 1,10%, o WTI subia 1,32%.
No Brasil, haverá reunião do Conselho Monetário Nacional (CMN). Ontem, o Banco Mundial revisou o crescimento projetado para o país, neste ano, de 2,2% para 1,8%.
Nos Estados Unidos, os encontros do Fundo Monetário Internacional (FMI) prosseguem. Há discursos de dirigentes do Federal Reserve (Fed) previstos para hoje.
Ibovespa sobe 1,34%, e dólar cai 0,16%
Ontem, Ibovespa subiu 1,34%, para 132.216 pontos, diante da expectativa de que os Estados Unidos possam reduzir as tarifas de importação impostas aos produtos chineses.
O dólar caiu 0,16%, para R$ 5,7184.
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