No Brasil, IBGE divulga produção industrial de janeiro
Terça-feira, 11 de Março de 2025Tempo de leitura: 05 minutos
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Resumo do Editor
As atenções se voltam, nesta terça-feira, para o relatório Jolts de emprego dos Estados Unidos e, no mercado doméstico, para a divulgação da produção industrial de janeiro. Depois de forte queda das bolsas americanas ontem relacionada ao temor de estagflação da maior economia do mundo, os indicadores futuros de Wall Street operavam no azul às 8h21. A maior parte das bolsas da Ásia terminou o dia em baixa. Pesou também a revisão para baixo do PIB do Japão, no quarto trimestre, na comparação anual. No Brasil, espera-se que o IBGE divulgue crescimento de 0,4% da produção industrial de janeiro em comparação a dezembro. O indicador ajuda a entender a temperatura da economia do país.
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Como funciona a taxa de desemprego
O desemprego é uma questão central nas análises socioeconômicas, refletindo diretamente as condições do mercado de trabalho e a saúde econômica de um país. No Brasil, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) desempenha um papel fundamental na mensuração e interpretação desse fenômeno por meio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua).
Conforme a metodologia do IBGE, considera-se desempregada (ou desocupada) a pessoa com 14 anos ou mais que não está trabalhando, mas que está disponível para trabalhar e busca ativamente uma oportunidade de emprego. Portanto, não basta estar sem ocupação remunerada para ser classificado como desempregado, é essencial que haja disponibilidade e procura efetiva por trabalho.
Dados de emprego nos EUA, produção industrial brasileira e
revisão do PIB do Japão pautam a terça-feira
No dia seguinte ao tombo das bolsas americanas por conta da aversão ao risco desencadeada por temores de contração do Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos, as atenções se voltam para o relatório Jolts de emprego da maior economia do mundo e, no mercado doméstico, para a divulgação da produção industrial de janeiro pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Às 8h21, os indicadores futuros de Wall Street operavam no azul: Nasdaq ganhava 0,34%, Dow Jones valorizava 0,26%, e S&P 500 subia 0,31%.
A volta da preocupação com uma eventual recessão se soma à pressão inflacionária das tarifas de importações de produtos. Ou seja: há risco da temida estagflação. O mercado continua a acompanhar as idas e vindas de sobretaxas americanas e possíveis retaliações dos parceiros comerciais. Amanhã, entram em vigor as tarifas de 25% sobre os desembarques de aço e alumínio.
A maior parte das bolsas da Ásia terminou a terça-feira em queda por conta dos riscos relacionados à economia americana. Pesou também a revisão para baixo do PIB do Japão no quarto trimestre – houve aumento de 2,2%, na comparação anual, e não de 2,8%, como havia mostrado a primeira leitura.
Nikkei recuou 0,64%, Kospi encolheu 1,28%, Hang Seng teve leve baixa de 0,01%. Apenas Xangai avançou 0,42%.
Em Dalian, o preço da tonelada do minério de ferro teve leve queda de 0,06% , para US$ 107,09.
Na Europa, as bolsas tinham desempenho misto às 8h18. Enquanto DAX (Frankfurt) e CAC 40 (Paris) subiam 0,28% e 0,04%, respectivamente, Euro Stoxx 600 perdia 0,36%, e FTSE 100 (Londres) desvalorizava 0,18%.
No Brasil, espera-se que o IBGE divulgue crescimento de 0,4% da produção industrial de janeiro em comparação a dezembro. O indicador ajuda a entender a temperatura da economia do país, o que se mostra ainda mais relevante diante das altas de preços, principalmente, de alimentos.
Ibovespa cai 0,41%, e dólar sobe 1,06% diante de temor de recessão americana
Preocupações com o risco de recessão dos Estados Unidos derrubaram as bolsas americanas, ontem, e se refletiram em queda de 0,41% do Ibovespa, para 124.519 pontos.
Incertezas relacionadas às tarifas comerciais impostas pelo governo americano resultaram em aumento da aversão ao risco.
O dólar avançou 1,06%, para R$ 5,85.
Para ficar de olho 👀
Ações da Petrobras: BTG avalia que é hora de comprar papéis da companhia e diz que queda recente foi exagerada; investimento acima do esperado, em 2024, foi ponto fora da curva, aponta o banco, que vê potencial de alta de mais de 50% para os papéis. Entenda.
Avaliação pelo JP Morgan: Banco americano que apontou 'dia da marmota' no Brasil muda de ideia e volta a recomendar ações do país; segundo JP, Brasil será beneficiado pelo fim do ciclo de alta dos juros mais próximo e pela recuperação da China. Saiba mais.
Follow-on da Caixa Seguridade: Em oferta subsequente de ações, companhia menciona risco bilionário com fundo; empresa tem um estoque de mais de R$ 1,3 bilhão para recuperar junto ao FCVS. Leia mais.
Proventos do PULV11 e RPRI11: FIIs anunciam dividendos para março com retornos mensais acima de 1,2%; PULV11 manteve o patamar do mês anterior, enquanto RPRI11 aumentou distribuição para o maior valor dos últimos cinco meses. Entenda.
Dividendos do AZIN11: Fundo imobiliário anunciou que irá distribuir R$ 1,30 por cota em proventos, no próximo dia 25, mantendo o valor do pagamento anterior; total a ser distribuído será de R$ 3,2 milhões. Veja mais.
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